Olha que TUDO este hotel na Amazônia! Adorei a dica e a experiência, por isso quis registrar por aqui.
Tem uma outra dica que foi publicada na revista Viagem e Turismo recentemente, de um hotel localizado pouco tempo de carro de Manaus (com transfer) e cravado na floresta e no rio que vou pesquisar e depois publico. Muito bom!
http://www.hypeness.com.br/2013/05/cruzeiro-de-luxo-permite-descobrir-de-perto-a-amazonia/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+com%2FtQbo+%28Hypeness%29
Chá das cinco em Londres
Uma viagem a Londres é recheada de história e tradições. algumas delas fazem parte de um ritual para se semtir meio local.
A primeira vez em que fui à Londres fiz questão de me vestir de maneira apropriada (sim, há um dress code: nada de tênis e calça jeans) e lá fomos eu e 3 amigas provar o tradicional chá das cinco da tarde num dos hotéis mais emblemáticos e chiques da cidade. experiência (cara e) única. uma delícia!
A minha recomendacao é ir ao chá da tarde do Ritz na Picadilly, mas fiquei tentada a experimentar estas opções do link abaixo, do Telegraph!
Local:
Londres, UK
Um roteirinho simpático para as férias em Natal, RN, com a família
Aqui estão algumas dicas legais para quem vai a Natal em família, experiências vividas por mim e minha família em mais de 4 viagens.
Natal, a capital do Rio Grande do Norte, tem um clima muito bom. Já fui em diversas épocas do ano e sempre peguei muito calor (algo em torno dos 30 graus celsius) e tempo bom (é a região com mais dias de sol do Brasil), mesmo no “período de chuvas”. As chuvas de lá são rápidas e acabam refrescando o ambiente, o que é muito bem vindo.
Repleto de praias e de uma cultura própria, com seus passeios em dunas, muitas fazendas de camarão e água de coco, cajueiros perfumados, rendas e um povo para lá de hospitaleiro, o estado e sua capital são um dos meus lugares preferidos para fazer turismo.
As praias são lindas, com areia douradinha, muita vida, falésias e mar azul. No litoral todo venta bastante, acredito que seja porque estamos perto de onde “o mapa do Brasil faz a curva” para a face norte, pegando algumas correntes de vento do alto mar. As correntes do mar também achei bem fortes, bem como as ondas em algumas praias. Não tenho uma preferida na região urbana, mas costumava pegar sol na Ponta Negra, já que lá é que está a maioria dos hotéis. As minhas prediletas ficam mais afastadas, em São Miguel do Gostoso e Pipa, mas as de Natal também são muito boas.
Natal vai receber jogos da Copa e está bastante organizada para isso, com um site muito bacana com boas dicas e orientações.
Saiba mais em: http://turismo.natal.rn.gov.br/
Operadoras locais: http://turismo.natal.rn.gov.br/operadoras-turismo.php (eu já usei algumas vezes a Luck Tur, e achei muito boa, com preços justos, pontualidade e qualidade)
Passeio de bugue pelas Dunas
O passeio mais famoso de Natal é o de bugue pelas Dunas de Genipabu e todas as praias/atrações no caminho em direção ao norte do estado. Geralmente os roteiros começam com os bugueiros buscando os turistas nos hotéis, em horário combinado, e segue pelas dunas e praias até Jacumá ou Muriu. Diversas lagoas são visitadas e algumas delas permitem mergulhos. Em diversos pontos é possível parar para fazer fotos e para se refrescar.
Atenção: existem as dunas fixas e as dunas móveis, além das dunas das praias do litoral norte. Combine o trajeto e a duração total do passeio com o bugueiro antes de sair. Alguns passeios opcionais a serem contratados na hora são: Sky bunda (prancha de snowboard nas dunas), Aero bunda (espécie de tirolesa), passeio e fotos nos Dromedários, Caiaque, Pedalinhos e descanso em alguns parques.
É muito importante contratar somente bugueiros credenciados (Cadastur), por conta da segurança e experiência necessários para se percorrer as dunas.
O ideal é fechar um buggy só para a família, dando ao grupo familiar mais controle sobre o que será feito e o grau de “emoção” que se quer durante o passeio (além de poder escolher onde parar por mais ou menos tempo). Caso contrário as operadoras acomodam as pessoas aleatoriamente nos veículos.
Outra dica: os restaurantes que os bugueiros sugerem são muito “turísticos” e não necessariamente os melhores, já que eles ganham comissão para indicar os turistas. Pesquise antes onde quer almoçar para escolher aqueles lugares com bons exemplos da culinária local. Veja mais dicas abaixo.
O Guia Quatro Rodas recomenda “O maior cajueiro do mundo não pode ficar de fora do seu roteiro (de bugue). Aproveite a visita para almoçar logo ali ao lado, no estrelado (restaurante) Paçoca de Pilão, onde é servido o prato que dá nome à casa.”. Já está na minha lista das próximas atrações que quero visitar.
Parrachos de Maracajaú (em Maxaranguape)
É o meu destino preferido na região. Imagine entrar 7 quilômetros adentro em direção ao alto-mar. Só que ao invés de encontrar águas profundas em todos os lados, você se depara com uma extraordinária formação de recifes de corais, repletos de piscinas naturais com águas quentes. Um aquário onde é possível mergulhar e encontrar peixes, moluscos, crustáceos, entre outras espécies marinhas (já vi moreia, lagosta e muitos, muitos tipos diferentes de peixes). E não precisa ser mergulhador. Isso tudo é visível apenas com óculos, snorkel e um par de nadadeiras. Este paraíso fica dentro de uma Área de Preservação Ambiental dos Recifes de Corais (APARC), portanto somente com empresas credenciadas e conhecedoras das normas podem levar as pessoas até o local.
Para chegar lá, é importante ligar antes para saber qual o período de maré (já que só é possível a visita durante a maré baixa), e portanto horários dos passeios. Já fui de lancha rápida e de catamarã. Ambas experiências foram muito boas.
Apesar de algumas operadoras de turismo local sugerirem o passeio de bugue, eu recomendo que as pessoas aluguem um carro e sigam até lá, para terem mais disposição e cansarem menos com o passeio (de bugue é um pouco enfadonho). Não tem erro: siga pela nova ponte Forte-Redinha em direção ao norte, e depois pela BR-101 (as placas ajudam a encontrar o caminho facilmente). Fica a 60 km do Centro de Natal.
Amo este belíssimo pedaço do paraíso em pleno Rio Grande do Norte e recomendo fortemente para quem curte este tipo de passeio. Confira algumas fotos no Google.
Preços de R$ 70,00 a R$ 85,00 por pessoa (catamarã ou lancha, respectivamente).
Saiba mais em: http://www.parrachos.com.br/maracajau
Ma-Noa Park
Já que foi até Maracajaú, que tal aproveitar o restante do dia num parque aquático? Eu não conheci (até porque para mim os Parrachos de Maracajaú são O Parque para minha diversão), mas dizem que é muito legal, e as crianças adoram. Lá tem uma imensa piscina de 600 m² com cascatas e hidromassagem, bar molhado, rio com correnteza para passeio com boias, parque aquático adulto e infantil e facilidades como estacionamento, vestiários, restaurantes e quiosques.
Ingresso promocional a R$ 45,00 por pessoa.
Saiba mais em: http://www.ma-noa.com.br/
Praia dos Artistas
Sempre venho aqui para comprar castanha de caju (apesar de que nos supermercados locais também tem e às vezes é até mais barato), cachaças com frutas, cocadinhas e outras coisinhas típicas locais.
Um ponto bacana de visitar é o Centro de Artesanato, localizado na Praia dos Artistas com várias lojinhas e lugar para estacionar. Vale a visita com tempo para garimpar.
Um link interessante para se ter uma ideia do local é este aqui: http://www.natalonline.com/passeios/56/centro_de_artesanato_da_praia_dos_artistas/
Onde e o que comer
Natal tem uma culinária maravilhosa: lagostas, camarões, peixes sempre frescos, culinária nordestina e uma infinidade de delícias e tentações.
O Mangai foi uma bela surpresa que me foi apresentada por um conhecido que mora em Natal. Além de super grande e rápido, tinha sucos deliciosos e era possível experimentar de tudo um pouco e ainda repetir quantas vezes quisesse. Haja prato para tantas opções! Lá é tudo a quilo, e a comida de primeira. Vale muito a pena.
O Camarões é um dos mais gostosos do planeta, e sempre acabo indo lá comer pratos que levam o ingrediente que dá nome ao restaurante. Escolho, escolho, escolho e sempre como os camarões ao catupiry. Deliciosos e irresistíveis.
Links para os melhores lugares para comer no Rio Grande do Norte segundo o Guia Quatro Rodas: http://viajeaqui.abril.com.br/busca?qu=Natal&origembusca=bsc&state-meta_nav:Rio%20Grande%20do%20Norte&amenity_type_editorials-meta_nav:Onde%20comer&&s=average_price-meta%20asc
Um passeio que não fiz mas que me deixou curiosa é a visita ao Taverna Pub, bar que fica junto do hostel mais charmoso do Brasil, o Hostel Lua Cheia (Ponta Negra, site http://www.luacheia.com.br/). Lembro de ter ido a um bar pertinho dele, na mesma rua, onde tomei uma incrível batidinha de banana que era deliciosa (falando sério, tomei umas duas, pelo menos), enquanto admirava aquele lindo castelinho e o vai-e-vém de turistas e famílias do hostel. Deu uma inveja e sempre fiquei com vontade de me hospedar lá.
História e cultura
Fala sério: você não está indo para Natal, terra do sol e de praias paradisíacas, para ficar fechado dentro de um museu. Mas garanto que os passeios culturais da cidade são muito bacanas. O Forte dos Reis Magos é um deles e vale um final de tarde por lá, para fazer umas fotos e ainda conhecer mais sobre a história local. No site que citei no início deste post, há mais atrações culturais para se fazer por lá.
Redondezas
Para quem tiver mais tempo, eu recomendo a visita a Pipa (no sul, a cerca de 1 hora e meia de Natal) ou São Miguel do Gostoso (no norte, também a cerca de 1 hora e meia de Natal). Clique no link abaixo para saber mais a respeito destes deliciosos paraísos em posts que fiz anteriormente.
E se chover muito ou se sentir falta do ar condicionado, lá tem muitos shoppings com cinemas, games e todo o tipo de fast food e loja.
Viajando com as crianças - o melhor presente
Minha querida amiga Naré me marcou num post dela no Facebook: trata-se de uma matéria muito linda da CNN (em inglês), em que a jornalista Katia Hetter conta sobre os benefícios de se viajar com as crianças. Não faltam coisas boas, que eu já sabia, mas que só reforçam o que eu sempre pensei, vi e comprovei.
"They learn that exploring is a must. They learn to ask questions. They learn how to navigate cities... They learn that life must be lived and not watched on TV or played on a video game."
(Em uma tradução livre "Eles aprendem que explorar é o máximo. Eles aprendem a questionar. Eles aprendem como se locomover pelas cidades... Eles aprendem que a vida deve ser vivida, não assistida pela TV ou jogada como num video game.").
Este é o verdadeiro motivo pelo qual quero dar uma Volta ao Mundo COM as Crianças. Não se trata de uma pessoa lunática (ufa, felizmente não estou só), mas sim, a visão de alguém que quer ver, viver e compartilhar com aqueles que mais ama a experiência prática de aprender história, geografia, matemática, línguas, ciências sociais, antropologia, literatura, música, esportes, política, artes, arqueologia, pesquisas e tudo o mais possível por através das viagens. Uma experiência que irá enriquecer a todos, como indivíduos e como família, e certamente nunca mais sairá de nossas mentes e corações.
Já estivemos juntos em diversos lugares: de Guarujá e Atibaia a Fernando de Noronha, Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, Porto de Galinhas, Salvador, Rio de Janeiro, Croácia e Alemanha. E eles não se esquecem. Sempre comentam, perguntam e querem voltar. Ver as fotos é um exercício frequente e uma maneira de resgatar coisas que nos trazem boas recordações juntos.
Agora não preciso mais me sentir 'a última bolacha do pacote' quando as pessoas perguntarem sobre as minhas férias e elas incluírem aventura e crianças na mesma frase. Já sei que mais mães compartilham da minha visão.
Aqui está o link para a matéria: http://edition.cnn.com/2012/12/20/travel/kids-travel-present/index.html?hpt=hp_bn10 (escrita em inglês, como mencionei acima)
"They learn that exploring is a must. They learn to ask questions. They learn how to navigate cities... They learn that life must be lived and not watched on TV or played on a video game."
(Em uma tradução livre "Eles aprendem que explorar é o máximo. Eles aprendem a questionar. Eles aprendem como se locomover pelas cidades... Eles aprendem que a vida deve ser vivida, não assistida pela TV ou jogada como num video game.").
Este é o verdadeiro motivo pelo qual quero dar uma Volta ao Mundo COM as Crianças. Não se trata de uma pessoa lunática (ufa, felizmente não estou só), mas sim, a visão de alguém que quer ver, viver e compartilhar com aqueles que mais ama a experiência prática de aprender história, geografia, matemática, línguas, ciências sociais, antropologia, literatura, música, esportes, política, artes, arqueologia, pesquisas e tudo o mais possível por através das viagens. Uma experiência que irá enriquecer a todos, como indivíduos e como família, e certamente nunca mais sairá de nossas mentes e corações.
Já estivemos juntos em diversos lugares: de Guarujá e Atibaia a Fernando de Noronha, Natal, Pipa, São Miguel do Gostoso, Porto de Galinhas, Salvador, Rio de Janeiro, Croácia e Alemanha. E eles não se esquecem. Sempre comentam, perguntam e querem voltar. Ver as fotos é um exercício frequente e uma maneira de resgatar coisas que nos trazem boas recordações juntos.
Agora não preciso mais me sentir 'a última bolacha do pacote' quando as pessoas perguntarem sobre as minhas férias e elas incluírem aventura e crianças na mesma frase. Já sei que mais mães compartilham da minha visão.
Aqui está o link para a matéria: http://edition.cnn.com/2012/12/20/travel/kids-travel-present/index.html?hpt=hp_bn10 (escrita em inglês, como mencionei acima)
Um roteiro que criei para uma viagem à Croácia
Já mencionei que adoro viajar e criar roteiros customizados. Em 2011, antes de viajar, fiz alguns estudos e criei um roteiro fictício de 9 dias pela região de Split, na Dalmácia, região litorânea e repleta de ilhas paradisíacas da Croácia. A viagem era em pleno verão e tem umas dicas legais para quem está planejando viajar para lá.
Primeiramente, algumas amigas me mandaram algumas dicas preciosas.
1. Dicas da Cris:
Praias: Split e Rabac! Mas recomenada também: “um castelo na Eslovenia que fica numa gruta. Foi também em outra gruta gigantesca maravilhosa à 1 hora num trenzinho. Chamam-se Grutas de Postumia e o Castelo de Predjama, muito perto da Croacia. Em Volosko tb é praia na Croácia, linda mas super pequena”.
2. Dicas da Rejane:
Sugere muito a ilha Hvar, nas praias de Stari Grad e Dubovica (uma baía maravilhosa). Outras sugestões são: Vrboska (ficar embaixo das arvores no canal e tomar banho de mar) e Kórcula, uma cidade histórica. Mais ao norte, Parque National de Krka tem cachoeiras incríveis. No sul, Dubrovinik é a cidade mais turística, incrível. “Viajamos de carro no litoral inteiro. Entre Split e Dubrovink tem uma serie de cidades/vilas com praias pra nadar”.
MAPA DE REFERÊNCIA DA REGIÃO DA DALMÁCIA NA CROÁCIA:
Montei uma sugestão de roteiro para aproveitarmos as melhores praias da Croácia, numa região chamada Costa da Dalmácia. Sempre partindo do pressuposto que estaremos hospedados em Split, no Radisson Blu. Sugiro ficar nesta cidade por ela ser central e ter acesso fácil para os Ferry Boats que saem para as ilhas desta Baía.
ROTEIRO:
Dia 1– Chegada em Split, Croácia. Para facilitar, reservar hotel em Split para todos estes dias (já que é alta temporada). Lá em Split alugar um carro para fazer os passeios às praias próximas (nada lá é mais distante do que 100 ou 15m km), e no próprio aeroporte existem simpáticos atendentes nos balcões de aluguel de carros. Neste dia, como é a chegada da viagem, sugiro ficar em Split mesmo. A noite, a sugestão é visitar o Castelo Dioclesiano no centro e jantar por lá (existem inúmeros restaurantes lá perto e dá para fazer tudo a pé).
Dia 2 – Ficar em Split mesmo, na praia de Bacvice. Se sobrar tempo, dar mais uma volta pela cidade (Convento Franciscano).
Dia 3 – Pegar o Ferry Boat bem cedo (fica perto do Castelo Dioclesiano) e passar o dia em Stari Grad, na ilha de Hvar. A viagem é demorada, portanto sugiro pegar a balsa bem cedo. Final de tarde em Bonj Le Bains ou Hula Hula.
Dia 4 – Pegar novamente o Ferry Boat pra Hvar, mas desta visitar Dubrovica.
Dia 5 - Ferryboat para Korkula, fazer windysurf em Peljesac Channel, perto de Viganj.
Dia 6 – Novamente Ferryboat para Korkula, desta vez seguir para a praia de Slatina.
Dia 7 – Ferryboat para Vis, conhecer a Green Cave e outras belezas locais. Lá é possível mergulhar.
Dia 8 – Dia livre para descobrir um passeio legal ou voltar para mais um dia de praia em Vis (que parece ter muitas belezas).
Dia 9 – Ficar em Split mesmo e mais tarde pegar o vôo.
Abaixo descritivos de todos os pontos que mencionei no roteiro:
SPLIT
O Palácio de Diocleciano, antiga casa de verão do imperador, é a marca da dominação romana na região. O Palácio de Diocleciano, com uma interessante fortaleza a visitar; a Catedral de Domnio, localizada dentro da própria fortaleza, que é o original mausoléu do imperador Diocleciano. Dentro estão lojinhas, cafés e bares. De dia, feirinhas com barracas que vendem as especiarias croatas, como a lavanda e o azeite ou, ainda, barracas com colares, pulseiras e tudo o que possa imaginar com pedrarias diferentes. Tudo muito barato (uma pulseira com uma turquesa custou 70 kunas, equivalente a 10 euros). A noite, o gostoso é passear pelos bares, que ficam super cheios e, por não cobrarem a entrada, dá para passar em vários deles e verificar qual te agrada mais.
A galeria do escultor Ivan Mestrovic fica a uma caminhada curta dali, assim como a popular Praia de Bacvice.
Bacvice é considerada a mais bonita, mais badalada e mais jovem praia de Split, mas “não tem nada a ver com praia... não tem areia, parece mais uma piscina com coloração fantástica. Tudo de concreto, com as cadeiras de praia. Para entrar no mar você segue por uma escadinha, tudo isso somado a um mar de cor MARAVILHOSA, água transparente e absurdamente limpa.” Tem muitos barzinhos lá perto.
Também no Templo de Júpiter, encontrará um camanario romântico que foi remodelado na época gótica com caracteres destes momentos. O claustro gótico do Convento Franciscano, no centro de Split é também um daqueles lugares que deve visitar
Split é base para conhecer as ilhas de Hvar, Vis e Brac. Em Brac, a uma hora de barco de Split, ficam Bol e a espetacular Praia de Zlatni Rata, ou "Golden Horn": é uma ponta de areia banhada, dos dois lados, pelo mar.
Fontes: http://youngtrip.blogspot.com/search/label/CRO%C3%81CIAe http://www.tripwolf.com/en/trips/location/706297
HVAR
Stari Grad, primeiro destino na ilha da Hvar. Dubrovica é a segunda parada nesta mesma ilha.
“On the sunny island of Hvar are placed some of the most beautiful beaches and bay of Croatia. 8 km eastern from Hvar is located a protected bay Dubovica with a big pebbly beach which streches along the coast. To the bay Dubovica you can get by a boat from the Hvar's harbour as well as by a car. The beach is pebbly and the sea is cristal blue and very clean. On the coast is placed a summer residence of one patrician family from the 17th century, and you can find a plenty of shade under a thich crown of pine trees.
A beautiful offshore offers an unbelievable moments to all diving lovers. The beach in a bay Dubovica is an ideal swimming spot for all those who don't like crowds. Here you are able to let yourself to enjoy in a beautiful blue sea and all summer joys.”
Bonj Le Bains
Achei esta dica num blog:
“Se tem um lugar que acho paradisíaco, são bangalôs em cima da água. Assim é o Bonj Les Bains em Hvar... o lugar tem vários bangalôs ou day beds em plataformas em cima do mar. No entanto, é caro (a diária para se alugar um desses para passar o dia todo custa 350 Euros e acompanha 1 garrafa de champanhe, maaaas, para quem está em turma para dividir, não há nada tão bonito em Hvar.” E para quem não pensa em gastar tanto assim para passar o dia, ela recomenda jantar por lá: “A comida é tão surpreendente quanto a paisagem. Foi o melhor restaurante que comemos em Hvar, pedi um filé com molho trufado FENOMENAL. Os pratos são bem servidos e o preço varia em torno de uns 30 Euros por pessoa, com garrafa de vinho - e a vista imperdível.”
Uma sugestão de semi-balada que pode ser feita com as crianças (chegar cedo e ficar até pouco depois do pôr do sol).
“Em Hvar o agito começa às 5 da tarde, quando todos os jovens se dirigem ao beach club Hula Hula para ver o pôr-do-sol. O lugar vira uma super balada a céu aberto, com direito a muuuuuita música boa e gente bonita! Eu recomendo reservar uma mesa antes, assim, não se sentirá deslocado e terá um espaço para curtir bastante. A reserva de mesas normais não tem custo, mas se quiser reservar uma day bed para passar o dia todo, vale a pena chegar mais cedo, por volta de meio dia, curtir o sol e o mar dalí mesmo e almoçar (bem gostoso, tem várias opções: massa com camarões, até nachos mexicanos, a preços bem razoáveis). Para alugar uma day bed para o dia todo paga-se uma média de 5 euros. Para comer, em torno de 25 a 30 euros e, para beber, indico uns drinks para dividir (são copos bem grandes, para umas 4 pessoas com 4 canudos longos, ex.: mojito e pina colada, em média 28 euros cada um). Depois das 22 horas, quando o Hula Hula começa a esvaziar, afinal de contas, também começa a escurecer, as pessoas se dirigem aos seus hotéis para se arrumar e por volta de uma hora da manhã”
KORKULA
Deu prá ver que tem Windysurf. Pelo que entendi, o local é o Peljesac Channel.
Korkula é uma das ilhas com mais vegetação da Dalmácia, na Costa do Mar Adriático croata. É uma ilha com muito encanto, com águas cristalinas – de rochas - ideais para o mergulho. É um dos destinos escolhidos pelas pessoas que desejam tranquilidade durante as férias. o/
"Korcula has a lot of small and secluded beaches all over the island, but the ‘best’ or, let’s say most popular ones, are sandy beach Vela Przina in Lumbarda and pebble beach Pupnatska Luka.
"VIGANJ, a village and small harbour to the west of the southern coast of the Peljesac Peninsula, 7 km west of Orebic, accross the water from Korcula Old Town. Today Viganj is becoming an interesting tourist resort with a crystal-clear sea and sunny beaches. This area is very well known as one of the most popular windsurfing centre in Europe.
"UVALA SLATINA - "The bay of Slatina is located in the western part of the island of Korcula, close to Blato. It can be reached by car along the island road to Vela Luka and from Blato on following the local road to Slatina (25 miles from Korcula). A perfect place to enjoy the crystal clear blue water, away from crowd."
Fontes:
Nesta reportagem, comentam que não há muitas praias surfáveis por lá: http://revistatrip.uol.com.br/revista/188/reportagens/surfando-no-gelo.html
VIS
Vi que o Luciano Huck e a Angélica viajaram por estas bandas – há, há, há!!! Mas pelas fotos, é mesmo um paraíso! A segunda foto é de uma tal de Green Cave (Green cave, Ravnik, Island Vis, Croatia)... Sensacional!
"Island Vis, the beauty of limpid waters and protected submarine world rich with sunken ships and magic marine images that has been hidden for years. Sail out with us to nameless bays, to Biševo, to the Blue Cave, the gam of the Adriatic, famous for its unique iridescent reflection of shades of blue and silver that delight the visitors."
MLJET
Li sobr este lugar, mas acho que vai ficar muito distante de Split, melhor deixarmos para uma outra oportunidade. Fica perto de Dubrovnik, mesmo assim, é de difícil acesso. Tem um Parque nacional muito bonito.
Por fim, indicações sobre os Ferry Boats:
Quanto ao ferry, tem alguns sites que falam sobre os horários e locais de saída:
Não dá para reservar antes, e tem que pagar em dinheiro.
Pra quem é Chocólatra
Aqui está uma matéria bem pensada, feita pelo pessoal do site Viajeaqui (viajeaqui.com.br). Uma seleção com museus dedicados ao Chocolate. Adorado por muitos, tenho certeza de estas visitas serão prá lá de tentadoras.
Acompanhe no link: http://viajeaqui.abril.com.br/materias/fotos-museus-de-chocolate-pelo-mundo?utm_source=facebook&utm_content=viajeaqui
Eu já estive uma vez quando criança na fábrica de chocolates da Garoto, em Vitória. Mas não me lembro de ter visitado nada, era só uma loja. Fiquei tão decepcionada.
Em compensação em 2006, quando morei por cerca de 1 mês em Colônia, na Alemanha, tive a oportunidade de dedicar uma parte do meu tempo livro para visitar ao museu do Chocolate de lá (Imhoff Schokoladen Museum site: http://www.chocolatemuseum-cologne.com/). Achei bem interessante, sobretudo a parte em que a gente acompanha o processo de produção industrial (até porque como sou chocólatra, já me meti a fazer bombons e ovos de Páscoa durante muitos anos da minha vida de estudante). Claro que no final havia uma belíssima e completa loja, repleta de chocolates Lindt (mais fresquinhos do que o normal). Uma delícia!
Já anotei todos os demais desta lista para uma visita em algum momento da vida, durante as minhas viagens.
São Miguel do Gostoso - a jornada
Já tinha ouvido falar algumas vezes sobre um lugar no extremo norte do RN, onde o vento faz a curva e o Brasil olha para o norte, ao invés do leste. Mas nunca tinha tido a oportunidade de explorar esta parte do litoral da terra do sol. Desta vez, decidimos não adiar mais.
A BR-101 é a estrada que nos traz para este paraíso, sempre seguindo as placas em direção ao litoral norte ou para Touros. Viemos de dia para evitar surpresas, mas a estrada está ótima, em excelentes condições. Além da paisagem belíssima, chegar ao km zero da BR-101 foi muito legal. Sobretudo porque ela começa em Touros, onde está o farol de Touros. Legal para fazer umas fotos.
Na BR, km 2 há um trevo para pegar a RN-221 em direção a São Miguel do Gostoso, cerca de 15 km para frente. Este trecho é ruim, esburacado, e há animais na pista, portanto muita atenção e viaje de dia (e com o tanque cheio, pois há somente um posto por lá).
A cidade é simples, um vilarejo, com um povo muito simpático e gentil, ótimas pousadas e bons restaurantes. Tem mercadinhos ótimos para abastecer quem está com crianças.
Ao todo são 110 km desde Natal, a capital, até Gostoso, que tem uma Orla com 4 praias (estimo una 3 ou 4 km de ponta a ponta).
As praias têm ondas e correnteza fortes, e extensas faixas de areia clara e fofa. As crianças curtem mais quando a maré está baixa, porque as coisas acalmam um pouco e elas conseguem aproveitar mais, sem medo.
Achei as praias de Tourinhos (8 km dali por uma estrada de terra vermelha e em boas condições), e a de Cardeiros as melhores para as crianças. Mas na maré baixa.
As praias são perfeitas para Windysurf e Kitesurf. Quem quiser mergulhar, melhor ir para os Parrachos, no meio do caminho de Natal até aqui. Também não vi surfistas por aqui.
Nos próximos posts conto mais sobre as praias e a culinária local.
A BR-101 é a estrada que nos traz para este paraíso, sempre seguindo as placas em direção ao litoral norte ou para Touros. Viemos de dia para evitar surpresas, mas a estrada está ótima, em excelentes condições. Além da paisagem belíssima, chegar ao km zero da BR-101 foi muito legal. Sobretudo porque ela começa em Touros, onde está o farol de Touros. Legal para fazer umas fotos.
Na BR, km 2 há um trevo para pegar a RN-221 em direção a São Miguel do Gostoso, cerca de 15 km para frente. Este trecho é ruim, esburacado, e há animais na pista, portanto muita atenção e viaje de dia (e com o tanque cheio, pois há somente um posto por lá).
A cidade é simples, um vilarejo, com um povo muito simpático e gentil, ótimas pousadas e bons restaurantes. Tem mercadinhos ótimos para abastecer quem está com crianças.
Ao todo são 110 km desde Natal, a capital, até Gostoso, que tem uma Orla com 4 praias (estimo una 3 ou 4 km de ponta a ponta).
As praias têm ondas e correnteza fortes, e extensas faixas de areia clara e fofa. As crianças curtem mais quando a maré está baixa, porque as coisas acalmam um pouco e elas conseguem aproveitar mais, sem medo.
Achei as praias de Tourinhos (8 km dali por uma estrada de terra vermelha e em boas condições), e a de Cardeiros as melhores para as crianças. Mas na maré baixa.
As praias são perfeitas para Windysurf e Kitesurf. Quem quiser mergulhar, melhor ir para os Parrachos, no meio do caminho de Natal até aqui. Também não vi surfistas por aqui.
Nos próximos posts conto mais sobre as praias e a culinária local.
A praia do Centro, Pipa
Nos posts desta primeira parte da viagem à Pipa, RN, faltou falar de algumas praias, entre ela a praia do Centro. A verdade é que além de preferir praias mais naturais e vazias, procuramos lugares que - em teoria - sejam bons para as crianças.
Deixamos de fora das nossas visitas deste ano a Praia do Amor, que tem uma trilha de acesso perto da nossa pousada, mas que é point da moçada e do surf. Já a Baía dos Golfinhos é acessível por uma trilha pelas pedras quando a maré está baixa. Momento em que - com sorte - avistam-se golfinhos por lá. Mas as ondas também são fortes, e os horários de maré baixa coincidiram com os "horários de criança cansada" o que nos fez desistir de tentar ir até lá. (Creio que a trilha não seria um problema para nós.) Mesmo assim, valeria também a visita.
Arriscamos somente a Praia do Centro, com a qual brinquei chamando de 'Guarujá da Pipa', já que sou de São Paulo. A praia, do centro, é realmente lotada, repleta de bares com suas músicas e mesas tomando a areia. Não é a mais bonita, mas também foi divertida.
Ficamos mais para a direita, fugindo do caos, perto de umas casas (que, aliás, invadiram as areias da praia tomando-as para si, uma vergonha). Com a maré "ainda enchendo" o mar estava calmo e as crianças puderam brincar livres e soltas. Além de terem feito amizade rapidamente com várias crianças que estavam por ali.
Uma coisa nos intrigou neste instante: para onde (e como) será que vai o esgoto de todas estas casas? Mas olhando em volta não vimos canais de água corrente, portanto logo esquecemos e nos entregamos ao dia ensolarado.
Confesso: foi um doa melhores dias para as crianças. Não queriam ir embora da praia, e brincaram muito, além de terem tomado sorvete. E não é que o visual da praia, dos coqueiros, da maré enchendo, os barcos e falésias ao fundo sob céu azul fez um lindo espetáculo?
Gabi Nunes
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Deixamos de fora das nossas visitas deste ano a Praia do Amor, que tem uma trilha de acesso perto da nossa pousada, mas que é point da moçada e do surf. Já a Baía dos Golfinhos é acessível por uma trilha pelas pedras quando a maré está baixa. Momento em que - com sorte - avistam-se golfinhos por lá. Mas as ondas também são fortes, e os horários de maré baixa coincidiram com os "horários de criança cansada" o que nos fez desistir de tentar ir até lá. (Creio que a trilha não seria um problema para nós.) Mesmo assim, valeria também a visita.
Arriscamos somente a Praia do Centro, com a qual brinquei chamando de 'Guarujá da Pipa', já que sou de São Paulo. A praia, do centro, é realmente lotada, repleta de bares com suas músicas e mesas tomando a areia. Não é a mais bonita, mas também foi divertida.
Ficamos mais para a direita, fugindo do caos, perto de umas casas (que, aliás, invadiram as areias da praia tomando-as para si, uma vergonha). Com a maré "ainda enchendo" o mar estava calmo e as crianças puderam brincar livres e soltas. Além de terem feito amizade rapidamente com várias crianças que estavam por ali.
Uma coisa nos intrigou neste instante: para onde (e como) será que vai o esgoto de todas estas casas? Mas olhando em volta não vimos canais de água corrente, portanto logo esquecemos e nos entregamos ao dia ensolarado.
Confesso: foi um doa melhores dias para as crianças. Não queriam ir embora da praia, e brincaram muito, além de terem tomado sorvete. E não é que o visual da praia, dos coqueiros, da maré enchendo, os barcos e falésias ao fundo sob céu azul fez um lindo espetáculo?
Gabi Nunes
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Sibaúma, RN - de novo mas diferente
Hoje foi dia de voltarmos a Sibaúma, RN. Não só porque gostamos demais, mas também porque o marido perdeu os óculos, e foi a desculpa que precisávamos para voltar lá.
Desta vez ficamos no rio, que desemboca no mar. Ou vive-versão, conforme a maré. A vista dos arrecifes, da areia e do mar batendo foi tentadora demais. As crianças ficaram com medo no começo. Acho que é porque se esqueceram como é, mas no primeiro convite para explorar a vida marinha ambos se empolgaram.
Neste canto, muita vida, muitas conchas e muito para ver: siris, caranguejos (que cores!), peixinhos perdidos... Muito atrativo. Brincamos muito e descobrimos muita coisa interessante.
No mergulho, novo receio das crianças por causa da água escura que vem do mangue. Mas rapidinho caíram na água e perderam o medo. Vale testar a profundidade antes, pois a correnteza forma bancos de areia, mas também alguns buracos.
A temperatura estava ótima, mesmo com o tempo nublado. E máscaras de mergulho nos fizeram explorar o rio e as milhares de convinhas que existem por lá. Não nos deparamos com vida, mas é claro que estão por todo lado.
Foi como se estivéssemos em um lugar completamente diferente. Muito bom.
No meio da tarde fo os embora almoçar no centrinho de Pipa. Escolhemos os PFs do Bistrô da Pipa: arroz, feijão marrom, purê e peixe grelhado. Uma delícia. Pedimos porção para 2 pessoas e comemos em 4 (2 adultos e 2 crianças). Recomendo.
Em seguida fomos provar os sorvetes artesanais da Preciosa. Realmente deliciosos. Provamos o de chocolate belga e o "flocos". Fantásticos! Além dos sabores tradicionais, têm também os de frutas. 3 sorvetes, R$ 13,50. Parada imperdível!
(By the way: não achamos os óculos.)
Desta vez ficamos no rio, que desemboca no mar. Ou vive-versão, conforme a maré. A vista dos arrecifes, da areia e do mar batendo foi tentadora demais. As crianças ficaram com medo no começo. Acho que é porque se esqueceram como é, mas no primeiro convite para explorar a vida marinha ambos se empolgaram.
Neste canto, muita vida, muitas conchas e muito para ver: siris, caranguejos (que cores!), peixinhos perdidos... Muito atrativo. Brincamos muito e descobrimos muita coisa interessante.
No mergulho, novo receio das crianças por causa da água escura que vem do mangue. Mas rapidinho caíram na água e perderam o medo. Vale testar a profundidade antes, pois a correnteza forma bancos de areia, mas também alguns buracos.
A temperatura estava ótima, mesmo com o tempo nublado. E máscaras de mergulho nos fizeram explorar o rio e as milhares de convinhas que existem por lá. Não nos deparamos com vida, mas é claro que estão por todo lado.
Foi como se estivéssemos em um lugar completamente diferente. Muito bom.
No meio da tarde fo os embora almoçar no centrinho de Pipa. Escolhemos os PFs do Bistrô da Pipa: arroz, feijão marrom, purê e peixe grelhado. Uma delícia. Pedimos porção para 2 pessoas e comemos em 4 (2 adultos e 2 crianças). Recomendo.
Em seguida fomos provar os sorvetes artesanais da Preciosa. Realmente deliciosos. Provamos o de chocolate belga e o "flocos". Fantásticos! Além dos sabores tradicionais, têm também os de frutas. 3 sorvetes, R$ 13,50. Parada imperdível!
(By the way: não achamos os óculos.)
Marcadores:
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Local:
Praia de Sibauma, Brasil
Sibaúma, RN
O dia de ontem foi mais uma valiosa dica da pousada onde nos hospedamos. Pegamos a estrada em direção a Sibaúma.
A estrada, em julho, passa por pastagens verdes e bucólicas, hora com canaviais, hora com coqueirais, vez ou outra florestas fechadas, e algum gato no meio de tudo isso. Em algum momento a estrada vira um vilarejo simples. Simples mesmo, e rural. Casinhas das mais simplórias, ruas de terra, animais na rua (galinhas, cabras, cães, gatos). Se distrair, você perde as placas da balsa. E a paisagem do mar batido distrai a gente, facinho, facinho.
Placas retomadas e pegamos uma curta estradinha de terra que adentrou um manguezal. Balsas individuais movidas a tração (ou navegação?) humana se encarregam de fazer a travessia (R$10,00 por trecho).
Logo chegamos à praia das piscinas naturais. Tem estacionamento, restaurantes e mesinhas e cadeiras. Cuidado para não atolar na areia.
A praia era linda e deserta. Encantadora. Rapidamente avistamos os arrecifes que fechavam a frente da praia e no momento que chegamos, de maré cheia, ainda venciam a barreira e se encarregavam de encher o mar. Com o tempo a maré foi baixando, a praia acalmando e transformando tudo num espetáculo ainda mais bonito - e divertido para as crianças.
Esta não é uma praia para mergulho. Tentamos, mas deu prá perceber que a força do mar é implacável. A areia fica muito batida, a água turva, a correnteza forte e os arrecifes, mortais. Nem quando a maré baixa. O jeito é curtir o espetáculo da superfície mesmo. E vale muito a pena.
Nos restaurantes só pedimos bebidas, achamos as comidas caras, e pelo preço não conseguimos saber se valia a pena. Deixamos para comer uma tapioca na volta.
A estrada, em julho, passa por pastagens verdes e bucólicas, hora com canaviais, hora com coqueirais, vez ou outra florestas fechadas, e algum gato no meio de tudo isso. Em algum momento a estrada vira um vilarejo simples. Simples mesmo, e rural. Casinhas das mais simplórias, ruas de terra, animais na rua (galinhas, cabras, cães, gatos). Se distrair, você perde as placas da balsa. E a paisagem do mar batido distrai a gente, facinho, facinho.
Placas retomadas e pegamos uma curta estradinha de terra que adentrou um manguezal. Balsas individuais movidas a tração (ou navegação?) humana se encarregam de fazer a travessia (R$10,00 por trecho).
Logo chegamos à praia das piscinas naturais. Tem estacionamento, restaurantes e mesinhas e cadeiras. Cuidado para não atolar na areia.
A praia era linda e deserta. Encantadora. Rapidamente avistamos os arrecifes que fechavam a frente da praia e no momento que chegamos, de maré cheia, ainda venciam a barreira e se encarregavam de encher o mar. Com o tempo a maré foi baixando, a praia acalmando e transformando tudo num espetáculo ainda mais bonito - e divertido para as crianças.
Esta não é uma praia para mergulho. Tentamos, mas deu prá perceber que a força do mar é implacável. A areia fica muito batida, a água turva, a correnteza forte e os arrecifes, mortais. Nem quando a maré baixa. O jeito é curtir o espetáculo da superfície mesmo. E vale muito a pena.
Nos restaurantes só pedimos bebidas, achamos as comidas caras, e pelo preço não conseguimos saber se valia a pena. Deixamos para comer uma tapioca na volta.
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