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Coromandel Península - Hot Water Beach
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Coromandel Península - Hahei e Cathedral Cove
Aqui está o motivo de termos vindo para o lado leste da península de Coromandel: a belíssima e famosa Cathedral Cove.
Para chegar até ela é preciso ir a Hahei Beach e fazer uma trilha de cerca de 1 hora e meia. Hahei por si só é uma graça e já vale a visita (há muitas pousadinhas e hoteis, além de cafés, restaurantes e uma praia de tirar o fôlego).
Paramos o carro em Hahei (embaixo) e seguimos rua a cima a pé. O caminho da rua da praia de Hahei até a entrada da trilha para Cathedral Cove é uma rua íngreme de cerca de 1km (mas vale pela dificuldade de se arrumar onde estacionar o carro lá em cima). A vista da caminhada compensa (vide esta da foto acima), mas depois de tanta subida, a trilha tem ainda mais 1h e meia até a Cathedral Cove (e como havia chovido, pegamos alguma lama pelo caminho).
Chegando lá, um lance de escadas e estávamos do lado direito da caverna em uma praia pequena, de areia clara e com ondas. Esta da foto é a praia da direita, onde a trilha chega.
Caminhando por dentro da caverna a gente chega na praia da esquerda, igualmente linda e um pouco mais vazia. A Caverna é legal, e realmente seu interior é grande (se a maré estiver cheia, fica complicada a passagem de um lado para o outro).
Esta pedra esculpida pelo mar, a qual vemos abaixo, é linda demais. Infelizmente a foto não fez justiça às cores e formas. As águas claras e ondas fortes são uma atração à parte.
Muitas pessoas vêm para cá de barco. Deve ser um lindo passeio, talvez da próxima vez a gente faça, mas a trilha é realmente bacana e eu sempre acho que a gente precisa ir a pé para realmente ter contato com o lugar.
A dica é levar muita água (o dobro do que está pensando, assim tem para a ida e a volta) e um lanchinho para comer enquanto curte o lugar.
Na volta, havia restaurantes e um mercadinho lotado (onde paramos para nos refrescar com alguns sorvetes e muita água). Amei!
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Local:
Hahei, New Zealand
Coromandel Península - Tairua
No meio do caminho de Auckland para Cooks Bay em Coromandel Peninsula fizemos uma parada na charmosa Tairua. Se estiver na State Highway 25 indo para Coromandel, pare por lá, tanto para fazer compras (no Foursquare), como para almoçar ou fazer um piquenique.
A cidade é uma graça, fica entre as duas serrinhas, tem bons cafés e restaurantes, além de um Foursquare (mercadinho) para se abastecer antes de chegar a Cooks Bay, Flaxmill, Hot Water Beach e Hahei. Vale a parada (e alguns clicks no visual). Se tiver mais tempo, recomendo um ou dois dias por aqui.
Este parquinho fica à beira do mar e da estrada, e as crianças adoraram! Dá para passar a tarde ali (e há mesinhas para piquenique). De frente para o braço de mar. Você pode comprar a comida num fish'n'chips / takeaway (compramos a nossa no Surf and Sand, muito bom por sinal!) e comer por lá. Simples e Perfeito.
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Local:
Tairua, New Zealand
Shakespear National Park, Auckland
Pegando a estrada para o norte, siga para Whangaparaoa onde está o belíssimo Shakespear National Park, um espaço que reúne fazendas (de criação de gado e ovelhas), praia e parque. Parece estranho mas esta imagem vai te convencer:
Gostou?
O visual na entrada é tão deslumbrante que até fizeram uma moldura para fotografar, mas nem precisava.
Há muitas trilhas a serem feitas, sinalizadas com cores e facilmente percorridas. O vento é bastante forte, portanto recomendo levar agasalhos com corta-vento (e gorro). Talvez até no verão seja interessante levar. Nas trilhas há indicação de tempo para facilitar a programação (e saber se você aguenta ou não o percurso).
No final, lá embaixo, há uma praia deliciosa com um gramado incrível, churrasqueiras, árvores, ventos perfeitos para kite e windysurf e um visual apaixonante. A praia tem muitas conchinhas e pássaros para não perder o costume.
E para não perder o costume: skyline de Auckland Central ao fundo.
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Local:
Whangaparaoa, New Zealand
Muriwai Beach, Auckland
Pico de surf, Muriwai Beach também é ótimo para kitesurf e para quem ama natureza. Fomos a esta praia a oeste de Auckland num dia nublado e chuvoso e ainda assim o visual foi apaixonante. O mar, aqui, é o Mar da Tasmânia.
Há estacionamento, banheiros e um parquinho para as crianças no local. E muita natureza.
Estão mapeadas também algumas trilhas e alguns mirantes para se observar a redondeza e o santuário de pássaros que pousam no alto desta pedra (Gannets).
Há duas praias aqui, uma pequena à esquerda e a grandona à direita. Mesmo com o frio havia gente surfando e fazendo kitesurf. Corajosos.
A areia é vulcânica, portanto de uma cor muito escura como podemos ver nesta foto. Nem por isso o lugar deixa de ser maravilhoso.
No canto esquerdo, além da praia pequena há uma caverna (que pode ser visitada quando a maré está baixa) e também uma pequena cachoeira.
Não importa se você surfa ou não, mas esta praia é certamente uma das mais bonitas que visitei. Já está na lista do que quero fazer quando voltar no verão.
Outra praia muito famosa para o surf é Piha. Não deu tempo para visitar, mas sugiro incluir na sua lista, pois também é linda.
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Local:
Muriwai, New Zealand
Devonport, Auckland
Esta região / praia é uma atração imperdível na minha opinião. Além de praia e da proximidade com o Ferry Boat em direção ao centro de Auckland, tem um parque muito bacana com construções históricas e o museu marítimo. Mas vamos explorar em partes.
North Head é o nome de um monte com vistas espetaculares de toda a baía de Auckland e com construções históricas, utilizadas para a proteção da cidade durante a 2a Guerra Mundial (ou ainda Monte Victória).
North Head é o nome de um monte com vistas espetaculares de toda a baía de Auckland e com construções históricas, utilizadas para a proteção da cidade durante a 2a Guerra Mundial (ou ainda Monte Victória).
Quando estive lá havia pessoas a pé, de carro, de bicicleta e até saltando de paraglider. A vista do Skyline do centro é espetacular.
Descendo o monte há casinhas fofas e estilosas (e antigas) que são de se apaixonar. Há também o acervo do Museu Maritmo - com foco sobretudo nos navios de guerra e "marines" (marinheiros). O café do museu tem sobremesas maravilhosas e um brinquedão ótimo para a criançada. Vale a parada (o acesso ao museu é gratuito).
Mais adiante o centrinho comercial da região, um hotel super charmoso (The Esplanade Hotel - me disseram que os Rolling Stones já se hospedaram por lá, mas não encontrei nenhuma notícia antiga a respeito) e o ponto de partida da balsa.
Quem começar o dia visitando o Monte Vitória pode pegar a balsa e passar a tarde no centro de Auckland, como nós fizemos. O trajeto é rápido e muito lindo.
Voltamos no final do dia e a vista foi espetacular:
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North Shore
Quando comentei que Auckland tinha muitas praias eu não estava de brincadeira. Há cerca de 28 praias na região, para todos os gostos. Não é a toa que com um litoral desses, somado aos ventos, a cidade é conhecida como a cidade das velas (e me disseram que é onde há a maior concentração de barcos per capta no mundo). Isso torna irresistível a ideia de conhecer e explorar este famoso litoral.
A região de North Shore é o litoral norte de Auckland (a área após atravessar a famosa ponte de onde as pessoas fazem bungee jump), composto por várias praias, cada qual com suas características e belezas próprias. Algumas mais selvagens, outras com parques e até centrinhos de compras.
Esta é a Long Bay Beach onde há um parque natural com uma trilha rápida e fácil de percorrer, há rio e parquinho com bancos e churrasqueiras. Além de linda de viver, este brilho no chão é formado por conchinhas. Perfeita para passar o dia todinho.
Brownsbay é menor, mas tem um centrinho com lojinhas e compras (e uma famosa escola de inglês na região). A praia também tem gramado, parquinho com brinquedão para a criançada e uma vista maravilhosa.
Takapuna é uma linda praia (super calma e perfeita para crianças, stand up paddle, canoagem e para aprender windysurf). Tem um centrinho comercial cheio de lojinhas e restaurantes bacanas também (e uma sorveteria Movenpick numa linda praça). Há também alguns hotéis e pousadas que merecem uma olhada com carinho, porque hospedar-se aqui é um verdadeiro paraíso e é bem próximo do centro de Auckland.
Passamos um dia em cada uma delas, mas quem tiver menos tempo, sugiro priorizar uma manhã em Takapuna e a tarde em Devonport (falarei desta em outro post).
A região de North Shore é o litoral norte de Auckland (a área após atravessar a famosa ponte de onde as pessoas fazem bungee jump), composto por várias praias, cada qual com suas características e belezas próprias. Algumas mais selvagens, outras com parques e até centrinhos de compras.
Esta é a Long Bay Beach onde há um parque natural com uma trilha rápida e fácil de percorrer, há rio e parquinho com bancos e churrasqueiras. Além de linda de viver, este brilho no chão é formado por conchinhas. Perfeita para passar o dia todinho.
Brownsbay é menor, mas tem um centrinho com lojinhas e compras (e uma famosa escola de inglês na região). A praia também tem gramado, parquinho com brinquedão para a criançada e uma vista maravilhosa.
Takapuna é uma linda praia (super calma e perfeita para crianças, stand up paddle, canoagem e para aprender windysurf). Tem um centrinho comercial cheio de lojinhas e restaurantes bacanas também (e uma sorveteria Movenpick numa linda praça). Há também alguns hotéis e pousadas que merecem uma olhada com carinho, porque hospedar-se aqui é um verdadeiro paraíso e é bem próximo do centro de Auckland.
Passamos um dia em cada uma delas, mas quem tiver menos tempo, sugiro priorizar uma manhã em Takapuna e a tarde em Devonport (falarei desta em outro post).
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Zoológico de Auckland
Uma das atrações de Auckland é o seu zoológico. Fica na região sul de Auckland, de fácil acesso de carro (há estacionamento no local, gratuito) ou ônibus.
O espaço é muito bonito, com natureza bastante exuberante e o cuidado de usar plantas e árvores que contam um pouco sobre a flora do país. Todas as áreas pareceram ter espaço adequado para os animais (apesar de que eu sempre acho tudo muito menor do que deveria ser), e eles pareciam muito bem cuidados (fundamental).
Na entrada entregam um mapa muito fácil de entender até para quem não fala inglês e ainda informam os horários de alimentação de alguns animais, pois isso é um espetáculo à parte e faz a alegria de todos.
Começamos pelo lado direito, com a girafa, elefantes fofíssimos e a Cheetah, o temido felino que alcança velocidades inimagináveis durante a caçada.
Tivemos a sorte de escutar a explicação da veterinária e assistir a alimentação do Serval. Muito lindo e aplaudido.
Há um espaço dedicado ao Kiwi (escuro para mostrar o ambiente em que vive o animal), símbolo do país e ave que deu nome à famosa fruta local. Infelizmente não consegui tirar fotos dele, mas recomendo visitar e fazer o máximo esforço para ver. As espécies de aves também são mostradas aqui em sua magnífica variedade de cantos, formatos e cores, e até a arte maori é usada para criar o ambiente.
Na foto abaixo está a Silver Fern, planta que em muitos casos é usada para simbolizar o país (e é o símbolo do time de rúgbi All Blacks):
Também fizeram muito sucesso entre as crianças (e os adultos) uma espécie de canguru (walabe) e o diabo da tasmânia.
Citei aqui as atrações que mais nos chamaram a atenção, mas há muito mais espécies e animais do que os aqui listados. Tem até um brinquedão onde as crianças podem ficar por um tempão (enquanto os pais sentam-se e descansam um pouco - por conta do frio, tomamos um café na cafeteria ao lado).
Certamente é um passeio que vale ser feito numa manhã completa com piquenique (ou almoço por lá, que tem boas opções para alimentação), ou um dia inteiro (para quem gosta de ficar mais tempo em cada atração, lendo, aprendendo e observando as espécies e até participando das atividades e explicações dos veterinários.
O espaço é muito bonito, com natureza bastante exuberante e o cuidado de usar plantas e árvores que contam um pouco sobre a flora do país. Todas as áreas pareceram ter espaço adequado para os animais (apesar de que eu sempre acho tudo muito menor do que deveria ser), e eles pareciam muito bem cuidados (fundamental).
Na entrada entregam um mapa muito fácil de entender até para quem não fala inglês e ainda informam os horários de alimentação de alguns animais, pois isso é um espetáculo à parte e faz a alegria de todos.
Começamos pelo lado direito, com a girafa, elefantes fofíssimos e a Cheetah, o temido felino que alcança velocidades inimagináveis durante a caçada.
Tivemos a sorte de escutar a explicação da veterinária e assistir a alimentação do Serval. Muito lindo e aplaudido.
Há um espaço dedicado ao Kiwi (escuro para mostrar o ambiente em que vive o animal), símbolo do país e ave que deu nome à famosa fruta local. Infelizmente não consegui tirar fotos dele, mas recomendo visitar e fazer o máximo esforço para ver. As espécies de aves também são mostradas aqui em sua magnífica variedade de cantos, formatos e cores, e até a arte maori é usada para criar o ambiente.
Na foto abaixo está a Silver Fern, planta que em muitos casos é usada para simbolizar o país (e é o símbolo do time de rúgbi All Blacks):
Também fizeram muito sucesso entre as crianças (e os adultos) uma espécie de canguru (walabe) e o diabo da tasmânia.
Citei aqui as atrações que mais nos chamaram a atenção, mas há muito mais espécies e animais do que os aqui listados. Tem até um brinquedão onde as crianças podem ficar por um tempão (enquanto os pais sentam-se e descansam um pouco - por conta do frio, tomamos um café na cafeteria ao lado).
Certamente é um passeio que vale ser feito numa manhã completa com piquenique (ou almoço por lá, que tem boas opções para alimentação), ou um dia inteiro (para quem gosta de ficar mais tempo em cada atração, lendo, aprendendo e observando as espécies e até participando das atividades e explicações dos veterinários.
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Local:
Auckland, New Zealand
Planejando viagem para a DISNEY em Julho?
Que tal aproveitar este final de semana para fazer um checklist de tudo o que precisa providenciar até lá e ir com calma resolvendo cada tarefa? Assim você ganha ritmo, tira muitas pendências da frente e vai esquentando cada vez mais o tão esperado momento.
Algumas dicas:
- verificar a validade dos passaportes de todos;
- verificar a validade dos vistos (caso ainda não tenha, não espere mais para solicitar o seu, pois pode levar um bom tempo até conseguir uma data);
- faça cotações nas agências de viagens de sua confiança;
- lembre-se de que dependendo da data de saída você pode pegar um dia de jogo de Copa do Mundo, o que pode fazer com que a sua ida até o aeroporto seja prejudicada (e não queremos isso). Leve em consideração estas datas antes de fechar as passagens;
- comece a monitorar o preço do dólar (e quando atingir valores interessantes, compre num cartão de viagem - tipo VISA Travel Money ou Traveller's Checks);
- verifique o estado (e a quantidade) de malas (se necessário, compre novas ou peça emprestado);
- marque cafés, almoços e jantares com amigos que já viajaram para pegar todas as dicas;
- compre guias de viagens e revistas que falam sobre Disney para não perder as últimas novidades e as dicas que eles também publicam;
- faça uma programação dos dias de visita a cada parque (e faça orçamentos para comprar os ingressos por aqui com desconto);
- veja se é interessante você alugar um carro, e também já peça orçamentos;
- não deixe de incluir um bom seguro de saúde (já que qualquer problema de saúde ou emergência pode custar tão caro que você não vai acreditar e é sempre bom prevenir);
- cheque os limites do seu cartão de crédito (que também precisa ser internacional) para poder comprar sem passar vontade e sem estourar o orçamento. Se necessário, converse com o gerente da sua conta do banco para conseguir mais crédito;
- reserve as férias no seu trabalho ou no seu negócio;
- faça uma lista de coisas que precisa comprar, para que seja mais consciente nas escolhas e traga coisas que realmente vai usar depois;
- e aproveite a programação, ela é trabalhosa mas com planejamento pode ser tão boa quanto a própria viagem!
Quando estiver faltando 3 semanas, repasse a lista e comece a montar as malas (para ter tempo de comprar o que faltar). Uma dica para montar malas você encontra neste post: http://bit.ly/1npZWFw
Algumas dicas:
- verificar a validade dos passaportes de todos;
- verificar a validade dos vistos (caso ainda não tenha, não espere mais para solicitar o seu, pois pode levar um bom tempo até conseguir uma data);
- faça cotações nas agências de viagens de sua confiança;
- lembre-se de que dependendo da data de saída você pode pegar um dia de jogo de Copa do Mundo, o que pode fazer com que a sua ida até o aeroporto seja prejudicada (e não queremos isso). Leve em consideração estas datas antes de fechar as passagens;
- comece a monitorar o preço do dólar (e quando atingir valores interessantes, compre num cartão de viagem - tipo VISA Travel Money ou Traveller's Checks);
- verifique o estado (e a quantidade) de malas (se necessário, compre novas ou peça emprestado);
- marque cafés, almoços e jantares com amigos que já viajaram para pegar todas as dicas;
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- faça uma programação dos dias de visita a cada parque (e faça orçamentos para comprar os ingressos por aqui com desconto);
- veja se é interessante você alugar um carro, e também já peça orçamentos;
- não deixe de incluir um bom seguro de saúde (já que qualquer problema de saúde ou emergência pode custar tão caro que você não vai acreditar e é sempre bom prevenir);
- cheque os limites do seu cartão de crédito (que também precisa ser internacional) para poder comprar sem passar vontade e sem estourar o orçamento. Se necessário, converse com o gerente da sua conta do banco para conseguir mais crédito;
- reserve as férias no seu trabalho ou no seu negócio;
- faça uma lista de coisas que precisa comprar, para que seja mais consciente nas escolhas e traga coisas que realmente vai usar depois;
- e aproveite a programação, ela é trabalhosa mas com planejamento pode ser tão boa quanto a própria viagem!
Quando estiver faltando 3 semanas, repasse a lista e comece a montar as malas (para ter tempo de comprar o que faltar). Uma dica para montar malas você encontra neste post: http://bit.ly/1npZWFw
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Local:
Orlando, Florida, EUA
Crianças e Vôos - como passar por isso sem sofrer tanto
Uma amiga me perguntou como era encarar o vôo com bebês e, depois, com as crianças. Achei que era uma dúvida bastante comum de algumas mães, então decidi fazer um post.
Num post antigo já havia dado algumas dicas de hotéis, como lidar com o tempo no avião, como era o dia a dia na viagem, como fazíamos com as refeições e alguns passeios em Fernando de Noronha. Neste outro, fiz um checklist de viagem, com tudo o que acho importante carregar (ou pelo menos pensar se preciso ou não carregar) quando viajo sozinha, em casal ou com os pequenos.
O mais importante de tudo é se planejar bem para todo o processo: da saída de casa até a chegada (literalmente) no último destino. Se para nós é uma questão complicada, para os pequenos é ainda mais chato e cansativo. Portanto tudo o que você, como pai, mãe, tio, tia, avós e acompanhantes de crianças puder fazer para tornar a experiência a mais agradável possível, melhor para os dois. Veja o grande exemplo que Guido, o personagem judeu preso num campo de concentração, fez para tornar a estada mais agradável para o filho Giosué, em "A Vida é Bela".
Antes da viagem, se puder, ligue na companhia aérea (ou na agência de viagens) e peça para reservarem assentos especiais (com bercinho), mais próximos aos corredores (para idas ao banheiro), perto dos banheiros e até refeições especiais.
Se planejar levar um tablet ou smartphone para distrair as crianças, carregue a bateria e renove jogos e filmes já baixados para entreter a criançada (ou você mesmo) a bordo do avião.
ANTES
Eu sugiro programar a viagem noturna, preferencialmente num horário que a criança costume dormir. Assim, quando estiver no avião (e a parte legal do começo da viagem tiver passado), com sorte a criança irá dormir. No meu caso, sempre deu certo.
Na bagagem de mão leve papinhas, comidinhas para distração (ex.: bolachas e iogurtes), mamadeira, chupeta, água, leite em pó, livrinhos, livros de pintar, giz de cera, brinquedos, roupinha extra, fralda e um eletrônico (tablet, smartphone, games, computador, DVD player). E um cobertor pequeno. É importante que alguns remédios estejam à mão (Rinossoro, Dramin, analgésicos, antitérmicos, termômetro). Algumas crianças não suportam muito bem a pressão e o ar condicionado.
Ao achegar no aeroporto, tente chegar com bastante antecedência e pegar uma fila especial (ficar 4 horas em pé numa fila de checkin com crianças vai tornar tudo mais difícil dentro do avião). A maioria das companhias aéreas oferecem esta gentileza e em alguns lugares isso é lei (como no Brasil). Tenha todos os documentos juntos sempre à mão (RG, certidões e passaportes originais), junto com a passagem. Por causa das crianças, não é possível fazer check-in online.
Se tiver muita fila, peça para alguém ficar com as crianças que só precisam se apresentar na hora de fazer efetivamente o check-in.
Enquanto esperam o embarque, visitem restaurantes, caminhe pelo aeroporto (para gastar a energia dos pequenos), compre um novo livrinho ou brinquedo em alguma loja (prepare-se para pagar caro), mostre a pista de pouso e decolagem etc. Leve algumas moedas porque muitos aeroportos têm brinquedinhos de moedas que distraem as crianças. Importante: faça atividades de movimento (guarde a bateria do iPad para o vôo). Ficar explicando como as coisas funcionam também ajuda a distrair os pequenos.
O VÔO
Como havia comentado, acho a parte do avião bem sossegada, mas precisa de alguns cuidados.
Começe mostrando o avião, os botões, fazendo amizade com as pessoas em volta, enfim, tire a curiosidade das crianças. Eles vão adorar aprender mais sobre o avião. Explique sobre o cinto de segurança e leve-os para trocar fraldas ou ir ao banheiro antes de levantar vôo (senão você corre o risco de "acidentes").
Na decolagem (e no pouso) ofereça balinhas para as crianças e mamadeiras (o peito) ou chupetas para os bebês. O ouvidinho deles é bem sensível e vai precisar de uma ajuda para destampar.
Se a criança ou o bebê não se sentir bem, converse antes da viagem com o pediatra se é possível oferecer algum floral, chá ou remedinho anti enjôo. Pode ajudar a melhorar o conforto na viagem e algumas crianças são mesmo mais sensíveis.
O vôo em si pode ser divertido: tem filme, tem comida, e tem a hora de dormir. Não esqueça de cumprir os horários das crianças. E ofereça líquidos, umedeça o nariz com o Rinossoro, e leve-os ao banheiro.
CHEGADA
Passar pela fila das alfândegas é sempre uma tortura. Para isso não tem solução. O difícil é que após o vôo (crianças paradas) eles terão energia de sobra e vão achar ainda mais irritante ficar parados na fila. Tenha paciência.
As malas também são demoradas, mas se pedir ajuda e transformar a espera em um jogo, as crianças poderão achar divertido procurar e adivinhar quando as malas delas chegam.
Após tudo isso, ainda terão um longo caminho até finalmente chegarem ao hotel. Então lembre-se que você pode fazer alguma parada no caminho ou gastar um pouco da energia delas para encarar a ida do aeroporto ao hotel sem problemas.
Boa viagem!
Em tempo: o post com o checklist de praia (sobre como preparar uma mala de praia) do MEMÓRIAS DE UMA VIAJANTE foi citado no Piccolo Universe by Rick Martin.
Num post antigo já havia dado algumas dicas de hotéis, como lidar com o tempo no avião, como era o dia a dia na viagem, como fazíamos com as refeições e alguns passeios em Fernando de Noronha. Neste outro, fiz um checklist de viagem, com tudo o que acho importante carregar (ou pelo menos pensar se preciso ou não carregar) quando viajo sozinha, em casal ou com os pequenos.
O mais importante de tudo é se planejar bem para todo o processo: da saída de casa até a chegada (literalmente) no último destino. Se para nós é uma questão complicada, para os pequenos é ainda mais chato e cansativo. Portanto tudo o que você, como pai, mãe, tio, tia, avós e acompanhantes de crianças puder fazer para tornar a experiência a mais agradável possível, melhor para os dois. Veja o grande exemplo que Guido, o personagem judeu preso num campo de concentração, fez para tornar a estada mais agradável para o filho Giosué, em "A Vida é Bela".
Antes da viagem, se puder, ligue na companhia aérea (ou na agência de viagens) e peça para reservarem assentos especiais (com bercinho), mais próximos aos corredores (para idas ao banheiro), perto dos banheiros e até refeições especiais.
Se planejar levar um tablet ou smartphone para distrair as crianças, carregue a bateria e renove jogos e filmes já baixados para entreter a criançada (ou você mesmo) a bordo do avião.
ANTES
Eu sugiro programar a viagem noturna, preferencialmente num horário que a criança costume dormir. Assim, quando estiver no avião (e a parte legal do começo da viagem tiver passado), com sorte a criança irá dormir. No meu caso, sempre deu certo.
Na bagagem de mão leve papinhas, comidinhas para distração (ex.: bolachas e iogurtes), mamadeira, chupeta, água, leite em pó, livrinhos, livros de pintar, giz de cera, brinquedos, roupinha extra, fralda e um eletrônico (tablet, smartphone, games, computador, DVD player). E um cobertor pequeno. É importante que alguns remédios estejam à mão (Rinossoro, Dramin, analgésicos, antitérmicos, termômetro). Algumas crianças não suportam muito bem a pressão e o ar condicionado.
Ao achegar no aeroporto, tente chegar com bastante antecedência e pegar uma fila especial (ficar 4 horas em pé numa fila de checkin com crianças vai tornar tudo mais difícil dentro do avião). A maioria das companhias aéreas oferecem esta gentileza e em alguns lugares isso é lei (como no Brasil). Tenha todos os documentos juntos sempre à mão (RG, certidões e passaportes originais), junto com a passagem. Por causa das crianças, não é possível fazer check-in online.
Se tiver muita fila, peça para alguém ficar com as crianças que só precisam se apresentar na hora de fazer efetivamente o check-in.
Enquanto esperam o embarque, visitem restaurantes, caminhe pelo aeroporto (para gastar a energia dos pequenos), compre um novo livrinho ou brinquedo em alguma loja (prepare-se para pagar caro), mostre a pista de pouso e decolagem etc. Leve algumas moedas porque muitos aeroportos têm brinquedinhos de moedas que distraem as crianças. Importante: faça atividades de movimento (guarde a bateria do iPad para o vôo). Ficar explicando como as coisas funcionam também ajuda a distrair os pequenos.
O VÔO
Como havia comentado, acho a parte do avião bem sossegada, mas precisa de alguns cuidados.
Começe mostrando o avião, os botões, fazendo amizade com as pessoas em volta, enfim, tire a curiosidade das crianças. Eles vão adorar aprender mais sobre o avião. Explique sobre o cinto de segurança e leve-os para trocar fraldas ou ir ao banheiro antes de levantar vôo (senão você corre o risco de "acidentes").
Na decolagem (e no pouso) ofereça balinhas para as crianças e mamadeiras (o peito) ou chupetas para os bebês. O ouvidinho deles é bem sensível e vai precisar de uma ajuda para destampar.
Se a criança ou o bebê não se sentir bem, converse antes da viagem com o pediatra se é possível oferecer algum floral, chá ou remedinho anti enjôo. Pode ajudar a melhorar o conforto na viagem e algumas crianças são mesmo mais sensíveis.
O vôo em si pode ser divertido: tem filme, tem comida, e tem a hora de dormir. Não esqueça de cumprir os horários das crianças. E ofereça líquidos, umedeça o nariz com o Rinossoro, e leve-os ao banheiro.
CHEGADA
Passar pela fila das alfândegas é sempre uma tortura. Para isso não tem solução. O difícil é que após o vôo (crianças paradas) eles terão energia de sobra e vão achar ainda mais irritante ficar parados na fila. Tenha paciência.
As malas também são demoradas, mas se pedir ajuda e transformar a espera em um jogo, as crianças poderão achar divertido procurar e adivinhar quando as malas delas chegam.
Após tudo isso, ainda terão um longo caminho até finalmente chegarem ao hotel. Então lembre-se que você pode fazer alguma parada no caminho ou gastar um pouco da energia delas para encarar a ida do aeroporto ao hotel sem problemas.
Boa viagem!
Em tempo: o post com o checklist de praia (sobre como preparar uma mala de praia) do MEMÓRIAS DE UMA VIAJANTE foi citado no Piccolo Universe by Rick Martin.
Dicas de Trancoso - amigos do Face
O Facebook tem se mostrado uma ótima ferramenta para enquetes. A gente posta uma pergunta e deixa rolar. E os amigos vão respondendo, curtindo, a gente vai interagindo, e a discussão é boa e muito rica.
Antes de planejar a viagem para Trancoso, pedi aos meus amigos algumas dicas. Vieram muitas e como ainda não fui até lá comprovar quais são as mais bacanas, criei este post para compartilhar todas as dicas que recebi, para servirem de inspiração. Aqui estão (ocultei os sobrenomes para dar privacidade aos meus amigos):
Denise: "Trancoso é uma em janeiro e outra no resto do ano (...). Tem alguns clássicos (...) como o quilo "A Portinha", do lado esquerdo do quadrado, o "Capim Santo" e a padaria na entrada do quadrado... O restaurante Cacau é delicioso, e a dona, Dora, tem um papo maravilhoso. As praias tanto à direita como bem à esquerda do quadrado sao ótimas, a que fica logo embaixo é mais muvucada..." "Praia do espelho e arraial"
Lucili: "Praia do Delegado em Arraial, vc não pode perder."
Luciane: "Caso queira almoçar comida fresquinha e barata, vá no Portinha, um kilo no quadrado, uma delícia. Outras opções no quadrado são Capim Santo e Silvana! Se puder vá até Caraíva! Muito bom!!!" "Se for para Arraial tem o Mangutti que tem um nhoque com filet delicioso! ... Em Arraial tem parque aquático..."
Meu marido fez o mesmo no mural dele e também teve uma participação ativa dos amigos, com dicas bastante interessantes, que estamos levando e iremos testar algumas com as crianças. São elas:
Moises: "Não esqueça de conhecer Caraíva, Espelho e Ponta do Satú"
Andre: "Restaurante Silvana no quadrado. Melhor bobó da Bahia"
Marco: "Praias Rio da Barra, Ponta de Itaquema e Arraial D'ajuda (Faça Passeios de Buggui e Paraquedas puxados por eles). Restaurantes tem vários legais mas recomendo o Portinha e o Aconchego. Barracas de Praia procura a Uxuá e Tangaré. Final de tarde e começo da noite cola no Quadrado..."
O Quadrado, Portinha, Capim Santo são unanimidades. Caraíva temos trauma de quando estivemos por lá (contei no meu post anterior), Praia do Espelho - considerada uma das mais lindas pelo Guia Quatro Rodas - já visitamos e pretendemos voltar com as crianças, mas as outras dicas também são bem interessantes, pois não havíamos programado uma ida a Arraial. Quem sabe?
Valeu amigos! As dicas serão preciosas e com certeza vão nos ajudar a aproveitar ainda mais a estadia por lá. Depois contamos as boas surpresas.
Próximo destino: Trancoso, Bahia
Já definimos o próximo destino da família: Trancoso na Bahia. Estivemos lá em 2003, mas as crianças farão sua estreia.
A primeira viagem foi de carro, saindo de São Paulo e parando nas praias ao longo da costa: Rio de Janeiro, Búzios, Itaúnas, Prado, Cumuruxatiba, Ponta de Corumbau, Caraívas e - finalmente - Trancoso. Uma viagem incrível e inesquecível via BR-101, a bordo de um humilde Corsa Sedan.
Encontramos a estrada em condições razoáveis (pegamos sempre de dia), lugares lindos, restaurantes incríveis, muito mar, velejo, mergulho e peixe. Cinquenta tons de azul do mar e amarelo de sol. Recomendo.
O Reveillon de Prado foi surpreendente e inesquecível. A cidade (pequena) recebe gente de toda a redondeza e monta uma festa típica, animada e muito segura. Adorei fazer parte dela. As praias do entorno eram incrivelmente lindas e desertas. Cada nova paixao, buscavamos as malas e mudávamos nosso acampamento.
Em Ponta de Corumbau acampamos no Villa Segóvia. Esta história merece um post exclusivo e fotos.
Caraívas, barulhenta por conta dos terríveis geradores e baladas madrugada a dentro (tipo "festa estranha com gente esquisita") fez com que nossa estada lá durasse menos de 24 horas e estivéssos na fila da 1a valsa pra correr dali.
Mas Trancoso... Ah, que coisa boa! Nao vou falar do óbvio, Quadrado, Curuípe e Praia do Espelho. Mas um circo de latinos de todas as nacionalidades fez a nossa alegria, tanto quanto as praias em volta - as sossegadas, claro! E os restaurantes? Um mais delicioso e surpreendente do que o outro. E muito, muito peixe!
Na volta fizemos Espírito Santo, Rio de Janeiro e uma viagem cinematográfica ao longo da Rio-Santos até Barra do Una, litoral de São Paulo, terminando no Guarujá.
Este retorno à Trancoso terá sabor de revival e novidade, já que as crianças (e a sogra) estarão juntos, além de irmos de avião via Porto Seguro. Lá alugaremos um carro e o resto é com nossa inspiração e sorte. A boa sorte que guia os viajantes.
Enquanto estou na contagem regressiva, farei posts curtos com dicas de amigos queridos. Aguardem!
A primeira viagem foi de carro, saindo de São Paulo e parando nas praias ao longo da costa: Rio de Janeiro, Búzios, Itaúnas, Prado, Cumuruxatiba, Ponta de Corumbau, Caraívas e - finalmente - Trancoso. Uma viagem incrível e inesquecível via BR-101, a bordo de um humilde Corsa Sedan.
Encontramos a estrada em condições razoáveis (pegamos sempre de dia), lugares lindos, restaurantes incríveis, muito mar, velejo, mergulho e peixe. Cinquenta tons de azul do mar e amarelo de sol. Recomendo.
O Reveillon de Prado foi surpreendente e inesquecível. A cidade (pequena) recebe gente de toda a redondeza e monta uma festa típica, animada e muito segura. Adorei fazer parte dela. As praias do entorno eram incrivelmente lindas e desertas. Cada nova paixao, buscavamos as malas e mudávamos nosso acampamento.
Em Ponta de Corumbau acampamos no Villa Segóvia. Esta história merece um post exclusivo e fotos.
Caraívas, barulhenta por conta dos terríveis geradores e baladas madrugada a dentro (tipo "festa estranha com gente esquisita") fez com que nossa estada lá durasse menos de 24 horas e estivéssos na fila da 1a valsa pra correr dali.
Mas Trancoso... Ah, que coisa boa! Nao vou falar do óbvio, Quadrado, Curuípe e Praia do Espelho. Mas um circo de latinos de todas as nacionalidades fez a nossa alegria, tanto quanto as praias em volta - as sossegadas, claro! E os restaurantes? Um mais delicioso e surpreendente do que o outro. E muito, muito peixe!
Na volta fizemos Espírito Santo, Rio de Janeiro e uma viagem cinematográfica ao longo da Rio-Santos até Barra do Una, litoral de São Paulo, terminando no Guarujá.
Este retorno à Trancoso terá sabor de revival e novidade, já que as crianças (e a sogra) estarão juntos, além de irmos de avião via Porto Seguro. Lá alugaremos um carro e o resto é com nossa inspiração e sorte. A boa sorte que guia os viajantes.
Enquanto estou na contagem regressiva, farei posts curtos com dicas de amigos queridos. Aguardem!
Um roteirinho simpático para as férias em Natal, RN, com a família
Aqui estão algumas dicas legais para quem vai a Natal em família, experiências vividas por mim e minha família em mais de 4 viagens.
Natal, a capital do Rio Grande do Norte, tem um clima muito bom. Já fui em diversas épocas do ano e sempre peguei muito calor (algo em torno dos 30 graus celsius) e tempo bom (é a região com mais dias de sol do Brasil), mesmo no “período de chuvas”. As chuvas de lá são rápidas e acabam refrescando o ambiente, o que é muito bem vindo.
Repleto de praias e de uma cultura própria, com seus passeios em dunas, muitas fazendas de camarão e água de coco, cajueiros perfumados, rendas e um povo para lá de hospitaleiro, o estado e sua capital são um dos meus lugares preferidos para fazer turismo.
As praias são lindas, com areia douradinha, muita vida, falésias e mar azul. No litoral todo venta bastante, acredito que seja porque estamos perto de onde “o mapa do Brasil faz a curva” para a face norte, pegando algumas correntes de vento do alto mar. As correntes do mar também achei bem fortes, bem como as ondas em algumas praias. Não tenho uma preferida na região urbana, mas costumava pegar sol na Ponta Negra, já que lá é que está a maioria dos hotéis. As minhas prediletas ficam mais afastadas, em São Miguel do Gostoso e Pipa, mas as de Natal também são muito boas.
Natal vai receber jogos da Copa e está bastante organizada para isso, com um site muito bacana com boas dicas e orientações.
Saiba mais em: http://turismo.natal.rn.gov.br/
Operadoras locais: http://turismo.natal.rn.gov.br/operadoras-turismo.php (eu já usei algumas vezes a Luck Tur, e achei muito boa, com preços justos, pontualidade e qualidade)
Passeio de bugue pelas Dunas
O passeio mais famoso de Natal é o de bugue pelas Dunas de Genipabu e todas as praias/atrações no caminho em direção ao norte do estado. Geralmente os roteiros começam com os bugueiros buscando os turistas nos hotéis, em horário combinado, e segue pelas dunas e praias até Jacumá ou Muriu. Diversas lagoas são visitadas e algumas delas permitem mergulhos. Em diversos pontos é possível parar para fazer fotos e para se refrescar.
Atenção: existem as dunas fixas e as dunas móveis, além das dunas das praias do litoral norte. Combine o trajeto e a duração total do passeio com o bugueiro antes de sair. Alguns passeios opcionais a serem contratados na hora são: Sky bunda (prancha de snowboard nas dunas), Aero bunda (espécie de tirolesa), passeio e fotos nos Dromedários, Caiaque, Pedalinhos e descanso em alguns parques.
É muito importante contratar somente bugueiros credenciados (Cadastur), por conta da segurança e experiência necessários para se percorrer as dunas.
O ideal é fechar um buggy só para a família, dando ao grupo familiar mais controle sobre o que será feito e o grau de “emoção” que se quer durante o passeio (além de poder escolher onde parar por mais ou menos tempo). Caso contrário as operadoras acomodam as pessoas aleatoriamente nos veículos.
Outra dica: os restaurantes que os bugueiros sugerem são muito “turísticos” e não necessariamente os melhores, já que eles ganham comissão para indicar os turistas. Pesquise antes onde quer almoçar para escolher aqueles lugares com bons exemplos da culinária local. Veja mais dicas abaixo.
O Guia Quatro Rodas recomenda “O maior cajueiro do mundo não pode ficar de fora do seu roteiro (de bugue). Aproveite a visita para almoçar logo ali ao lado, no estrelado (restaurante) Paçoca de Pilão, onde é servido o prato que dá nome à casa.”. Já está na minha lista das próximas atrações que quero visitar.
Parrachos de Maracajaú (em Maxaranguape)
É o meu destino preferido na região. Imagine entrar 7 quilômetros adentro em direção ao alto-mar. Só que ao invés de encontrar águas profundas em todos os lados, você se depara com uma extraordinária formação de recifes de corais, repletos de piscinas naturais com águas quentes. Um aquário onde é possível mergulhar e encontrar peixes, moluscos, crustáceos, entre outras espécies marinhas (já vi moreia, lagosta e muitos, muitos tipos diferentes de peixes). E não precisa ser mergulhador. Isso tudo é visível apenas com óculos, snorkel e um par de nadadeiras. Este paraíso fica dentro de uma Área de Preservação Ambiental dos Recifes de Corais (APARC), portanto somente com empresas credenciadas e conhecedoras das normas podem levar as pessoas até o local.
Para chegar lá, é importante ligar antes para saber qual o período de maré (já que só é possível a visita durante a maré baixa), e portanto horários dos passeios. Já fui de lancha rápida e de catamarã. Ambas experiências foram muito boas.
Apesar de algumas operadoras de turismo local sugerirem o passeio de bugue, eu recomendo que as pessoas aluguem um carro e sigam até lá, para terem mais disposição e cansarem menos com o passeio (de bugue é um pouco enfadonho). Não tem erro: siga pela nova ponte Forte-Redinha em direção ao norte, e depois pela BR-101 (as placas ajudam a encontrar o caminho facilmente). Fica a 60 km do Centro de Natal.
Amo este belíssimo pedaço do paraíso em pleno Rio Grande do Norte e recomendo fortemente para quem curte este tipo de passeio. Confira algumas fotos no Google.
Preços de R$ 70,00 a R$ 85,00 por pessoa (catamarã ou lancha, respectivamente).
Saiba mais em: http://www.parrachos.com.br/maracajau
Ma-Noa Park
Já que foi até Maracajaú, que tal aproveitar o restante do dia num parque aquático? Eu não conheci (até porque para mim os Parrachos de Maracajaú são O Parque para minha diversão), mas dizem que é muito legal, e as crianças adoram. Lá tem uma imensa piscina de 600 m² com cascatas e hidromassagem, bar molhado, rio com correnteza para passeio com boias, parque aquático adulto e infantil e facilidades como estacionamento, vestiários, restaurantes e quiosques.
Ingresso promocional a R$ 45,00 por pessoa.
Saiba mais em: http://www.ma-noa.com.br/
Praia dos Artistas
Sempre venho aqui para comprar castanha de caju (apesar de que nos supermercados locais também tem e às vezes é até mais barato), cachaças com frutas, cocadinhas e outras coisinhas típicas locais.
Um ponto bacana de visitar é o Centro de Artesanato, localizado na Praia dos Artistas com várias lojinhas e lugar para estacionar. Vale a visita com tempo para garimpar.
Um link interessante para se ter uma ideia do local é este aqui: http://www.natalonline.com/passeios/56/centro_de_artesanato_da_praia_dos_artistas/
Onde e o que comer
Natal tem uma culinária maravilhosa: lagostas, camarões, peixes sempre frescos, culinária nordestina e uma infinidade de delícias e tentações.
O Mangai foi uma bela surpresa que me foi apresentada por um conhecido que mora em Natal. Além de super grande e rápido, tinha sucos deliciosos e era possível experimentar de tudo um pouco e ainda repetir quantas vezes quisesse. Haja prato para tantas opções! Lá é tudo a quilo, e a comida de primeira. Vale muito a pena.
O Camarões é um dos mais gostosos do planeta, e sempre acabo indo lá comer pratos que levam o ingrediente que dá nome ao restaurante. Escolho, escolho, escolho e sempre como os camarões ao catupiry. Deliciosos e irresistíveis.
Links para os melhores lugares para comer no Rio Grande do Norte segundo o Guia Quatro Rodas: http://viajeaqui.abril.com.br/busca?qu=Natal&origembusca=bsc&state-meta_nav:Rio%20Grande%20do%20Norte&amenity_type_editorials-meta_nav:Onde%20comer&&s=average_price-meta%20asc
Um passeio que não fiz mas que me deixou curiosa é a visita ao Taverna Pub, bar que fica junto do hostel mais charmoso do Brasil, o Hostel Lua Cheia (Ponta Negra, site http://www.luacheia.com.br/). Lembro de ter ido a um bar pertinho dele, na mesma rua, onde tomei uma incrível batidinha de banana que era deliciosa (falando sério, tomei umas duas, pelo menos), enquanto admirava aquele lindo castelinho e o vai-e-vém de turistas e famílias do hostel. Deu uma inveja e sempre fiquei com vontade de me hospedar lá.
História e cultura
Fala sério: você não está indo para Natal, terra do sol e de praias paradisíacas, para ficar fechado dentro de um museu. Mas garanto que os passeios culturais da cidade são muito bacanas. O Forte dos Reis Magos é um deles e vale um final de tarde por lá, para fazer umas fotos e ainda conhecer mais sobre a história local. No site que citei no início deste post, há mais atrações culturais para se fazer por lá.
Redondezas
Para quem tiver mais tempo, eu recomendo a visita a Pipa (no sul, a cerca de 1 hora e meia de Natal) ou São Miguel do Gostoso (no norte, também a cerca de 1 hora e meia de Natal). Clique no link abaixo para saber mais a respeito destes deliciosos paraísos em posts que fiz anteriormente.
E se chover muito ou se sentir falta do ar condicionado, lá tem muitos shoppings com cinemas, games e todo o tipo de fast food e loja.
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