Hoje foi dia de voltarmos a Sibaúma, RN. Não só porque gostamos demais, mas também porque o marido perdeu os óculos, e foi a desculpa que precisávamos para voltar lá.
Desta vez ficamos no rio, que desemboca no mar. Ou vive-versão, conforme a maré. A vista dos arrecifes, da areia e do mar batendo foi tentadora demais. As crianças ficaram com medo no começo. Acho que é porque se esqueceram como é, mas no primeiro convite para explorar a vida marinha ambos se empolgaram.
Neste canto, muita vida, muitas conchas e muito para ver: siris, caranguejos (que cores!), peixinhos perdidos... Muito atrativo. Brincamos muito e descobrimos muita coisa interessante.
No mergulho, novo receio das crianças por causa da água escura que vem do mangue. Mas rapidinho caíram na água e perderam o medo. Vale testar a profundidade antes, pois a correnteza forma bancos de areia, mas também alguns buracos.
A temperatura estava ótima, mesmo com o tempo nublado. E máscaras de mergulho nos fizeram explorar o rio e as milhares de convinhas que existem por lá. Não nos deparamos com vida, mas é claro que estão por todo lado.
Foi como se estivéssemos em um lugar completamente diferente. Muito bom.
No meio da tarde fo os embora almoçar no centrinho de Pipa. Escolhemos os PFs do Bistrô da Pipa: arroz, feijão marrom, purê e peixe grelhado. Uma delícia. Pedimos porção para 2 pessoas e comemos em 4 (2 adultos e 2 crianças). Recomendo.
Em seguida fomos provar os sorvetes artesanais da Preciosa. Realmente deliciosos. Provamos o de chocolate belga e o "flocos". Fantásticos! Além dos sabores tradicionais, têm também os de frutas. 3 sorvetes, R$ 13,50. Parada imperdível!
(By the way: não achamos os óculos.)
Sibaúma, RN - de novo mas diferente
Marcadores:
Arrecifes,
Calor,
Crianças,
Família,
férias,
Mangue,
Mar,
natureza,
Nordeste,
Praia,
Rio Grande do Norte,
Sol
Local:
Praia de Sibauma, Brasil
Sibaúma, RN
O dia de ontem foi mais uma valiosa dica da pousada onde nos hospedamos. Pegamos a estrada em direção a Sibaúma.
A estrada, em julho, passa por pastagens verdes e bucólicas, hora com canaviais, hora com coqueirais, vez ou outra florestas fechadas, e algum gato no meio de tudo isso. Em algum momento a estrada vira um vilarejo simples. Simples mesmo, e rural. Casinhas das mais simplórias, ruas de terra, animais na rua (galinhas, cabras, cães, gatos). Se distrair, você perde as placas da balsa. E a paisagem do mar batido distrai a gente, facinho, facinho.
Placas retomadas e pegamos uma curta estradinha de terra que adentrou um manguezal. Balsas individuais movidas a tração (ou navegação?) humana se encarregam de fazer a travessia (R$10,00 por trecho).
Logo chegamos à praia das piscinas naturais. Tem estacionamento, restaurantes e mesinhas e cadeiras. Cuidado para não atolar na areia.
A praia era linda e deserta. Encantadora. Rapidamente avistamos os arrecifes que fechavam a frente da praia e no momento que chegamos, de maré cheia, ainda venciam a barreira e se encarregavam de encher o mar. Com o tempo a maré foi baixando, a praia acalmando e transformando tudo num espetáculo ainda mais bonito - e divertido para as crianças.
Esta não é uma praia para mergulho. Tentamos, mas deu prá perceber que a força do mar é implacável. A areia fica muito batida, a água turva, a correnteza forte e os arrecifes, mortais. Nem quando a maré baixa. O jeito é curtir o espetáculo da superfície mesmo. E vale muito a pena.
Nos restaurantes só pedimos bebidas, achamos as comidas caras, e pelo preço não conseguimos saber se valia a pena. Deixamos para comer uma tapioca na volta.
A estrada, em julho, passa por pastagens verdes e bucólicas, hora com canaviais, hora com coqueirais, vez ou outra florestas fechadas, e algum gato no meio de tudo isso. Em algum momento a estrada vira um vilarejo simples. Simples mesmo, e rural. Casinhas das mais simplórias, ruas de terra, animais na rua (galinhas, cabras, cães, gatos). Se distrair, você perde as placas da balsa. E a paisagem do mar batido distrai a gente, facinho, facinho.
Placas retomadas e pegamos uma curta estradinha de terra que adentrou um manguezal. Balsas individuais movidas a tração (ou navegação?) humana se encarregam de fazer a travessia (R$10,00 por trecho).
Logo chegamos à praia das piscinas naturais. Tem estacionamento, restaurantes e mesinhas e cadeiras. Cuidado para não atolar na areia.
A praia era linda e deserta. Encantadora. Rapidamente avistamos os arrecifes que fechavam a frente da praia e no momento que chegamos, de maré cheia, ainda venciam a barreira e se encarregavam de encher o mar. Com o tempo a maré foi baixando, a praia acalmando e transformando tudo num espetáculo ainda mais bonito - e divertido para as crianças.
Esta não é uma praia para mergulho. Tentamos, mas deu prá perceber que a força do mar é implacável. A areia fica muito batida, a água turva, a correnteza forte e os arrecifes, mortais. Nem quando a maré baixa. O jeito é curtir o espetáculo da superfície mesmo. E vale muito a pena.
Nos restaurantes só pedimos bebidas, achamos as comidas caras, e pelo preço não conseguimos saber se valia a pena. Deixamos para comer uma tapioca na volta.
Pipa, RN - Praia do Madeiro
Hoje foi nosso primeiro dia de praia em Pipa. E acho que tem que inaugurar a série de posts por se tratar de uma abertura com laço de ouro. A dica foi dada pelo Seu Antonio, da nossa pousada. E foi uma dica valiosa.
Saímos de carro do centro de Pipa em direção a Tibau do Sul, sempre de olho nas placas que indicavam a Praia do Madeiro. (Quase erramos parando o carro um pouco antes do local.) Chegamos ao Hotel Ponta do Madeiro, onde um simpático porteiro nos atendeu, abrindo o portao, mostrando o estacionamento e - ainda - nos mostrando o caminho pelo belíssimo hotel.
Ao seguirmos em frente, no alto da falésia, a paisagem deslumbrante provocou um "uau" em todos, até nas crianças. Mesmo com o tempo nublado a vista da Baía dos Golfinhos e da Praia do Madeiro, seu mar claro e cheio de ondas, em contraste com as cores alaranjadas (ou avermelhadas) das falésias seria de tirar o fôlego.
Eu disse "seria" porque na verdade os degraus incrustrados na encosta foram de tirar o fôlego, literalmente. Ainda bem que a escada é boa, e a chegada compensa. Existem ponto de parada para ajudar os sedentários.
Já na praia, de areia clara, as ondas batem forte e chegam a formar grandes bancos de areia. E a vista permanece linda. O sossego só é quebrado pelo vôo de pássaros ou por passantes que estão fazendo caminhadas (trilhas?) pela praia.
O hotel mantém uma estrutura de restaurante servindo petiscos e bebidas, além de oferecer sombra e espreguiçadeiras e um chuveiro de água doce. Não há banheiros.
A cerveja estava gelada e veio em isopores. As casquinhas de caranguejo eram frescas e muito saborosas. As iscas de peixe também. Foi uma excelente dica e um ótimo começo.
Saímos de carro do centro de Pipa em direção a Tibau do Sul, sempre de olho nas placas que indicavam a Praia do Madeiro. (Quase erramos parando o carro um pouco antes do local.) Chegamos ao Hotel Ponta do Madeiro, onde um simpático porteiro nos atendeu, abrindo o portao, mostrando o estacionamento e - ainda - nos mostrando o caminho pelo belíssimo hotel.
Ao seguirmos em frente, no alto da falésia, a paisagem deslumbrante provocou um "uau" em todos, até nas crianças. Mesmo com o tempo nublado a vista da Baía dos Golfinhos e da Praia do Madeiro, seu mar claro e cheio de ondas, em contraste com as cores alaranjadas (ou avermelhadas) das falésias seria de tirar o fôlego.
Eu disse "seria" porque na verdade os degraus incrustrados na encosta foram de tirar o fôlego, literalmente. Ainda bem que a escada é boa, e a chegada compensa. Existem ponto de parada para ajudar os sedentários.
Já na praia, de areia clara, as ondas batem forte e chegam a formar grandes bancos de areia. E a vista permanece linda. O sossego só é quebrado pelo vôo de pássaros ou por passantes que estão fazendo caminhadas (trilhas?) pela praia.
O hotel mantém uma estrutura de restaurante servindo petiscos e bebidas, além de oferecer sombra e espreguiçadeiras e um chuveiro de água doce. Não há banheiros.
A cerveja estava gelada e veio em isopores. As casquinhas de caranguejo eram frescas e muito saborosas. As iscas de peixe também. Foi uma excelente dica e um ótimo começo.
Próxima parada: Pipa - Rio Grande do Norte
Já falei por aqui sobre nossas férias na Pipa-RN, em 2003, quando nos hospedamos na Pousada Xamã. Veja no post abaixo:
O que ainda não comentei é que nas próximas férias este ano escolhemos um destino bem quentinho, para fugir do inverno e aproveitar as lindas paisagens e a hospitalidade que sempre encontramos no Nordeste brasileiro. Serão exatos 10 dias divididos entre Pipa, em Tibau do Sul, ao sul de Natal, e São Miguel do Gostoso, ao norte de Natal. Ambos no Rio Grande do Norte, famoso pela quantidade de dias de sol ao longo do ano.
Quase 10 anos após nossa primeira viagem para lá, poderemos conferir o que mudou e o que permanece irretocável. Espero que tenhamos boas surpresas e que possamos explorar o lado família de Pipa. Desta vez, as trilhas não poderão ser mais de 20 quilômetros, como chagamos a fazer no percurso de Pipa até Tibau do Sul. Foi fantástico, mas as crianças não aguentariam nem um terço desta caminhada. Então o jeito vai ser explorar cada uma das praias (lindas) que tem por lá.
Tenho certeza de que as crianças vão se encantar com a Baía dos Golfinhos, sobretudo se estes lindos mamíferos estiverem por lá fazendo seu espetáculo. Em 2003 tivemos muita sorte e pude vê-los surfando nas ondas. Espero que a sorte se repita este ano.
Outro ponto que pretendemos explorar é a Praia do Amor. Desta vez não é pelo apelo romântico do nome, mas sim pela beleza natural e – com sorte – as quentes e seguras piscinas naturais que podemos encontrar por lá – e onde as crianças poderão se esbaldar de brincar.
Para comer, a recordação que tenho é de que Pipa tinha ótimos restaurantes. Lembro de um point onde as pessoas iam tomar a ‘sopa do francês’. Um casebre simples com mesinhas na rua. Em princípio achamos bem estranho, mas por conta de um mal estar do meu marido (namorado na época), acabamos arriscando e descobrindo uma das melhores sopas que já tomei na vida. Elas eram simplesmente incríveis. Não importava o calor, batíamos o cartão por lá quase todas as noites. As mais pedidas eram o caldinho de sururu e o caldinho de camarão. Também descobri nos restaurantes locais um peixe delicioso chamado “Cavala”. Não vejo a hora de experimentar novamente e explorar as novidades gastronômicas que surgiram por lá ao longo destes anos.
A hospedagem será a mesma: a pousada da Dona Neuza e do seu Antonio (http://www.pousadaxama.com.br/novo/), já reservada.
Foi em Pipa, há quase 10 anos, que vislumbrei um sonho: trabalhar com turismo. O sonho ainda está aqui no meu coração, sendo pensado, trabalhado e sonhado. Um dia ele vai se realizar. Por enquanto, criei este espaço para dar vazão ao meu sonho e contribuir com pesquisas e exploração de lugares encantados no Brasil e fora dele.
Volta ao Mundo: em busca dos custos
Hoje me deparei com uma matéria muito interessante da Exame, feita pela Priscila Yasbek, onde ela levantou quanto custaram alguns períodos sabáticos, para servir como referência. Nenhum deles se parece exatamente com o meu plano e dar a volta ao mundo, mas dá para ter uma ideia e usar alguns exemplos para me inspirar.
A matéria traz casos de pessoas que tiraram um período para realizar viagens que duraram de 1 mês até 2 anos e custaram entre 3 e mais de 100 mil reais.
A Volta ao mundo da Viagem e Turismo: NY
Para continuar semeando o sonho, aqui está o post de hoje do Viajeaqui, portal de viagem da Editora Abril, contando a primeira parada da volta ao mundo que irão publicar: a repórter começou por New York.
19/06/12 22:00 Embarque nesta viagem ao redor do mundo com a repórter da @viagemeturismo. Primeira parada: Nova York abr.io/2HbS |
Quem quiser ler a revista de graça em formato digital para computadores PCs, tablets Android ou iPad, pode baixar a Viagem e Turismo ed. 200 no iba:
A reportagem dá as dicas iniciais para programar a viagem. Muito boas!
Eu acho que não começaria por NY, nem pelos EUA. Iria para a África ou Europa. Deixaria a América para o gran finale. Por outro lado, no começo da viagem a "verba" ainda está preservada, dá para gastar e se sentir menos culpada. No final deve ser bem mais difícil.
As férias deste ano
Em meio ao sonho com a viagem de volta ao mundo, eis que finalmente chega o momento de providenciar os últimos detalhes das nossas férias que se aproximam. Desta vez buscamos um pouco de sol e praia, mas praias desertas e repletas de boas surpresas. (Já que a TAM não opera mais com milhas para Fernando de Noronha) Vamos para o Rio Grande do Norte, onde o sol brilha forte e quente o ano todo. Ficaremos parte do tempo em Pipa, parte em São Miguel do Gostoso.
O que acho mais incrível é que quando resolvemos ir para algum destino de férias, sempre aparece alguma matéria bacana com boas dicas. Lendo a Gloss deste mês me deparei com algumas dicas de Gostoso (!!!). Já recortei a página e guardei para levar as dicas. Sei que é onde o vento faz a curva e portanto terra de windysurf - o marido vai ao delírio - e que em 1501 recebeu os portugueses que aportaram por aqui. Interessante...
Mas o mais bacana é saber que está a pouco mais de 100 quilômetros de Natal, tem pouco mais de 9 mil habitantes e que as praias são lindas e desertas. Nas minhas férias, quero sossego.
Bem pertinho dali tem maxaranguape, onde o mergulho é fantástico. Se der tempo, quero dar uma escapadinha e mergulhar de novo neste lindo paraíso. Enquanto a viagem não chega, vou sonhando com as próximas férias!
Para saber mais: http://www.oportalsaomigueldogostoso.com.br/
Quanto à Pipa, a ideia é curtir um pouco a pousada Xamã, onde nos hospedamos há alguns anos, e levar as crianças para conhecer as praias de lá. Me lembro bem do aconchego da pousada, que recebia sempre a visita de pássaros e macaquinhos. Ai, saudades de deitar nas redes e ficar vendo o vai e vém dos bichinhos... as crianças vão adorar.
Com uma boa dose de sorte e paciência, além de muitos mergulhos, vamos ver golfinhos novamente por lá.
Pousada: http://www.pousadaxama.com.br
Volta ao mundo
Este é o meu grande sonho no momento: dar a volta ao mundo, com minha família, em busca das descobertas e dos prazeres que a viagem pode nos mostrar.
Quero ver, junto com meus filhos, em primeira e terceira pessoa, os lugares históricos, as paisagens, os cenários, as culturas, os povos e tudo mais que pudermos explorar.
Ler é uma coisa incrível, que te leva para lugares até onde a vida talvez não tenha como te levar. Mas viver cada um dos momentos, também não há livro escrito no mundo que possa superar.
Requentei o sonho ao fazer uma arrumação em casa e reencontrar uma revista, a Viagem e Turismo em que o Zeca Camargo contava suas peripécias dando a volta ao mundo.
Em outro momento, comecei a ler o antológico "On the road" do Jack Kerouac. Me deu uma vontade louca de cair na estrada!
E, por fim, novamente ela, a revista Viagem e Turismo começou a publicar uma série de matérias sobre dar a volta ao mundo.
Assim, vou começar a sonhar, pesquisar e explorar. Meus posts vão falar da preparação, das dicas e dos lugares que queremos conhecer. E - espero - em algum momento a viagem irá se concretizar. Com ela, mais posts virão.
Como a vida não é feita só dos nossos sonhos, mas também da capacidade de realizá-los, no lado racional, precisamos angariar fundos. Uma pesquisa importante a ser feita. Algumas respostas já tenho, outras vamos construir juntos conforme definirmos e estudarmos o roteiro saindo aqui do Brasil.
Seremos 4, eu, meu marido e nossos 2 filhos. Queremos viajar por um ano, 365 dias. Um desafio um tanto maior.
Num primeiro rascunho dos gastos, ficamos um pouco assustados:
Passagem: R$ 10.000,00 cada com taxas (cerca de 3,5 mil dólares + taxas por pessoa)
Estadia: hostel, casas alugadas ou B&B para 4 pessoas, mas também pretendemos ficar em casa de amigos e o que mais de interessante surgir
Alimentação: estimamos cerca de R$ 40,00 / dia / pessoa (teremos que ser econômicos)
E ainda temos uma grande lista de gastos a levantar:
- Transporte
- Passeios
- Seguros
- Vistos
- Extras
- Malas e bagagem
Certamente precisaremos de uma - bela - poupança. Não somente para ir, mas também para quando voltarmos. Estimamos quatro anos e meio de preparo para a viagem acontecer. Até lá, vamos sonhar juntos.
Boa viagem!
Quero ver, junto com meus filhos, em primeira e terceira pessoa, os lugares históricos, as paisagens, os cenários, as culturas, os povos e tudo mais que pudermos explorar.
Ler é uma coisa incrível, que te leva para lugares até onde a vida talvez não tenha como te levar. Mas viver cada um dos momentos, também não há livro escrito no mundo que possa superar.
Requentei o sonho ao fazer uma arrumação em casa e reencontrar uma revista, a Viagem e Turismo em que o Zeca Camargo contava suas peripécias dando a volta ao mundo.
Em outro momento, comecei a ler o antológico "On the road" do Jack Kerouac. Me deu uma vontade louca de cair na estrada!
E, por fim, novamente ela, a revista Viagem e Turismo começou a publicar uma série de matérias sobre dar a volta ao mundo.
Assim, vou começar a sonhar, pesquisar e explorar. Meus posts vão falar da preparação, das dicas e dos lugares que queremos conhecer. E - espero - em algum momento a viagem irá se concretizar. Com ela, mais posts virão.
Como a vida não é feita só dos nossos sonhos, mas também da capacidade de realizá-los, no lado racional, precisamos angariar fundos. Uma pesquisa importante a ser feita. Algumas respostas já tenho, outras vamos construir juntos conforme definirmos e estudarmos o roteiro saindo aqui do Brasil.
Seremos 4, eu, meu marido e nossos 2 filhos. Queremos viajar por um ano, 365 dias. Um desafio um tanto maior.
Num primeiro rascunho dos gastos, ficamos um pouco assustados:
Passagem: R$ 10.000,00 cada com taxas (cerca de 3,5 mil dólares + taxas por pessoa)
Estadia: hostel, casas alugadas ou B&B para 4 pessoas, mas também pretendemos ficar em casa de amigos e o que mais de interessante surgir
Alimentação: estimamos cerca de R$ 40,00 / dia / pessoa (teremos que ser econômicos)
E ainda temos uma grande lista de gastos a levantar:
- Transporte
- Passeios
- Seguros
- Vistos
- Extras
- Malas e bagagem
Certamente precisaremos de uma - bela - poupança. Não somente para ir, mas também para quando voltarmos. Estimamos quatro anos e meio de preparo para a viagem acontecer. Até lá, vamos sonhar juntos.
Boa viagem!
Check list de praia:
Ir com as crianças para a praia é um imenso prazer. Poder sentar na areia, voltar a fazer castelinho e vibrar com o sorveteiro, sem sentir-se envergonhado, é algo fantástico. Mas para que esta deliciosa experiência não vire um desprazer, preparei um check list para olhar antes de sair de casa ou do hotel. Costuma me poupar muita dor de cabeça.
CHECKLIST DE PRAIA:
- mala de alças para carregar (quase) tudo;
- kit troca de fraldas (se não tiver mais bebês, leve um pacote de lenços umedecidos, de preferência do tipo que serve pra limpar até a boca);
- fraldas de piscina;
- saquinhos plásticos para colocar as fraldas e jogar no lixo da praia, de casa ou do hotel);
- protetor solar que não saia n'água (de preferência um especial para crianças e com proteção bem alta);
- chapéu;
- toalha de praia;
- troca de roupa;
- brinquedos de praia (baldinho, pazinha, prancha, bola);
- piscina inflável (para não ter que passar o dia no mar);
- boias de braço (ou de qualquer outro tipo);
- papinha e lanchinhos (para não gastar os tubos comprando comida na praia e ainda correr o risco de uma infecção alimentar);
- colher;
- água mineral e sucos de caixinha;
- mamadeira com água mineral e doses de leite em pó;
- canga (sempre útil para improvisar uma barraquinha ou uma cama);
- máquina fotográfica ou celular (de preferência com capinha à prova d'água);
- chupeta, paninho ou qualquer objeto de rotina da hora do soninho;
- carrinho, cadeiras, guarda sol;
- dinheiro (estabeleça um valor máximo ou uma regra de quantos sorvetes a criança poderá tomar, antes, para não exagerar nos gastos);
- e sempre uma grande dose de simpatia, bom humor e disposição para sentar na areia, fazer castelos, entrar (mil vezes) no mar, explicar porque "só" pode tomar 3 sorvetes e fazer novos amigos.
(Esqueci alguma coisa?)
Boa diversão!
VEJA TAMBÉM: Check list de Viagem para você se preparar as malas (suas e das crianças) sem esquecer nada importante, nem se preocupar.
CHECKLIST DE PRAIA:
- mala de alças para carregar (quase) tudo;
- kit troca de fraldas (se não tiver mais bebês, leve um pacote de lenços umedecidos, de preferência do tipo que serve pra limpar até a boca);
- fraldas de piscina;
- saquinhos plásticos para colocar as fraldas e jogar no lixo da praia, de casa ou do hotel);
- protetor solar que não saia n'água (de preferência um especial para crianças e com proteção bem alta);
- chapéu;
- toalha de praia;
- troca de roupa;
- brinquedos de praia (baldinho, pazinha, prancha, bola);
- piscina inflável (para não ter que passar o dia no mar);
- boias de braço (ou de qualquer outro tipo);
- papinha e lanchinhos (para não gastar os tubos comprando comida na praia e ainda correr o risco de uma infecção alimentar);
- colher;
- água mineral e sucos de caixinha;
- mamadeira com água mineral e doses de leite em pó;
- canga (sempre útil para improvisar uma barraquinha ou uma cama);
- máquina fotográfica ou celular (de preferência com capinha à prova d'água);
- chupeta, paninho ou qualquer objeto de rotina da hora do soninho;
- carrinho, cadeiras, guarda sol;
- dinheiro (estabeleça um valor máximo ou uma regra de quantos sorvetes a criança poderá tomar, antes, para não exagerar nos gastos);
- e sempre uma grande dose de simpatia, bom humor e disposição para sentar na areia, fazer castelos, entrar (mil vezes) no mar, explicar porque "só" pode tomar 3 sorvetes e fazer novos amigos.
(Esqueci alguma coisa?)
Boa diversão!
VEJA TAMBÉM: Check list de Viagem para você se preparar as malas (suas e das crianças) sem esquecer nada importante, nem se preocupar.
Hotel container na Alemanha
O problema da reciclagem de objetos é sempre a falta de criatividade das pessoas e talvez um pouco de ma vontade.
Neste delicioso post, da revista Pequenas Empresas Grandes Negocios, é possivel conhecer um hotel feito de conteiners e outros materiais do porto de Hamburg, reciclados e, cuidadosamente, conceituados.
Trata-se do 25 hours hotel em Hafen City, na Alemanha. Pelas fotos do post e do hotel, parece muito aconchegante, limpo e bonito.
O conceito foi desenvolvido por um escritorio de design. Elegantérrimo para quem curte uma hospedagem bacana e responsavel.
"Hotel funciona dentro de um contêiner na Alemanha"
Link da materia: http://glo.bo/vBgaHG
Site do hotel (em ingles): http://www.25hours-hotels.com/hafencity/index.php
Neste delicioso post, da revista Pequenas Empresas Grandes Negocios, é possivel conhecer um hotel feito de conteiners e outros materiais do porto de Hamburg, reciclados e, cuidadosamente, conceituados.
Trata-se do 25 hours hotel em Hafen City, na Alemanha. Pelas fotos do post e do hotel, parece muito aconchegante, limpo e bonito.
O conceito foi desenvolvido por um escritorio de design. Elegantérrimo para quem curte uma hospedagem bacana e responsavel.
"Hotel funciona dentro de um contêiner na Alemanha"
Link da materia: http://glo.bo/vBgaHG
Site do hotel (em ingles): http://www.25hours-hotels.com/hafencity/index.php
Assinar:
Postagens (Atom)
