North Shore

Quando comentei que Auckland tinha muitas praias eu não estava de brincadeira. Há cerca de 28 praias na região, para todos os gostos. Não é a toa que com um litoral desses, somado aos ventos, a cidade é conhecida como a cidade das velas (e me disseram que é onde há a maior concentração de barcos per capta no mundo). Isso torna irresistível a ideia de conhecer e explorar este famoso litoral.

A região de North Shore é o litoral norte de Auckland (a área após atravessar a famosa ponte de onde as pessoas fazem bungee jump), composto por várias praias, cada qual com suas características e belezas próprias. Algumas mais selvagens, outras com parques e até centrinhos de compras.



Esta é a Long Bay Beach onde há um parque natural com uma trilha rápida e fácil de percorrer,  há rio e parquinho com bancos e churrasqueiras. Além de linda de viver, este brilho no chão é formado por conchinhas. Perfeita para passar o dia todinho.



Brownsbay é menor, mas tem um centrinho com lojinhas e compras (e uma famosa escola de inglês na região). A praia também tem gramado, parquinho com brinquedão para a criançada e uma vista maravilhosa.




Takapuna é uma linda praia (super calma e perfeita para crianças, stand up paddle, canoagem e para aprender windysurf). Tem um centrinho comercial cheio de lojinhas e restaurantes bacanas também (e uma sorveteria Movenpick numa linda praça). Há também alguns hotéis e pousadas que merecem uma olhada com carinho, porque hospedar-se aqui é um verdadeiro paraíso e é bem próximo do centro de Auckland.


Passamos um dia em cada uma delas, mas quem tiver menos tempo, sugiro priorizar uma manhã em Takapuna e a tarde em Devonport (falarei desta em outro post).


Zoológico de Auckland

Uma das atrações de Auckland é o seu zoológico. Fica na região sul de Auckland, de fácil acesso de carro (há estacionamento no local, gratuito) ou ônibus.

O espaço é muito bonito, com natureza bastante exuberante e o cuidado de usar plantas e árvores que contam um pouco sobre a flora do país. Todas as áreas pareceram ter espaço adequado para os animais (apesar de que eu sempre acho tudo muito menor do que deveria ser), e eles pareciam muito bem cuidados (fundamental).

 Na entrada entregam um mapa muito fácil de entender até para quem não fala inglês e ainda informam os horários de alimentação de alguns animais, pois isso é um espetáculo à parte e faz a alegria de todos. 

Começamos pelo lado direito, com a girafa, elefantes fofíssimos e a Cheetah, o temido felino que alcança velocidades inimagináveis durante a caçada.



Tivemos a sorte de escutar a explicação da veterinária e assistir a alimentação do Serval. Muito lindo e aplaudido.



Há um espaço dedicado ao Kiwi (escuro para mostrar o ambiente em que vive o animal), símbolo do país e ave que deu nome à famosa fruta local. Infelizmente não consegui tirar fotos dele, mas recomendo visitar e fazer o máximo esforço para ver. As espécies de aves também são mostradas aqui em sua magnífica variedade de cantos, formatos e cores, e até a arte maori é usada para criar o ambiente.

Na foto abaixo está a Silver Fern, planta que em muitos casos é usada para simbolizar o país (e é o símbolo do time de rúgbi All Blacks):



Também fizeram muito sucesso entre as crianças (e os adultos) uma espécie de canguru (walabe) e o diabo da tasmânia.



Citei aqui as atrações que mais nos chamaram a atenção, mas há muito mais espécies e animais do que os aqui listados. Tem até um brinquedão onde as crianças podem ficar por um tempão (enquanto os pais sentam-se e descansam um pouco - por conta do frio, tomamos um café na cafeteria ao lado).

Certamente é um passeio que vale ser feito numa manhã completa com piquenique (ou almoço por lá, que tem boas opções para alimentação), ou um dia inteiro (para quem gosta de ficar mais tempo em cada atração, lendo, aprendendo e observando as espécies e até participando das atividades e explicações dos veterinários.

Aquário de Auckland

Coragem, este carro te leva ao paraíso da vida marinha! Na Queen Street há uma parada de ônibus para pegar o transporte até o Kelly Tarlton's Sea Life Aquarium, sobre o qual falaremos no post de hoje.



O aquário é literalmente embaixo da terra e a entrada fica a uns 10 minutos de ônibus da Queen Street (eu peguei carona neste tubarão da foto acima!). O passeio ao todo leva pouco mais do que 3 horas, mas vale a pena dedicar algum tempo para ver a alimentação dos peixes e as explicações. Para os mais corajosos é possível mergulhar com os tubarões por NZ$ 200,00 (credenciados).



A entrada é desconcertante. Não dá para ver direito, mas o bloco de gelo gira dando a sensação de que estamos entrando gelo adentro num túnel embaixo da terra. E chegamos direto na área dedicada à Antártica e os pinguins.


O ponto alto para a criançada é um brinquedão que tem bem no meio do passeio e que tem os adorados Nemo e Doris...


...mas para mim é o complexo com paredes e tetos de vidro no grande aquário onde há tubarões, arraias, lagostas, tartarugas e outras tantas espécies maravilhosas! O mais legal é que é possível mergulhar com os tubarões, o que pretendo fazer quando voltar no verão para a Nova Zelândia. Certeza.


Alguns dos melhores momentos do aquário: do espaço dos pinguins ao espaço dedicado aos cavalos-marinhos, é tudo muito bonito, funcionários muito simpáticos e os animais muito bem cuidados e com bastante espaço. Um passeio muito incrível para fazer com a família (e um lugar com uma belíssima vista do centro da cidade).

Auckland Central




Auckland central é um dos pontos mais bacanas para começar a visita pela Nova Zelândia, porque ao mesmo tempo é uma cidade grande (para os padrões do país) e pequena (para quem vem de São Paulo ou Rio de Janeiro, por exemplo). É um local com muitas lojas, agito, passeios, museus e atrações, suficientes para encher a agenda e o celular com fotos, mas a paz que reina neste país vai te fazer deixar o estresse de lado e aos poucos absorver a natureza e o bom humor.

O skyline da cidade é simplesmente irresistível:




Já que é uma cidade praiana e portuária, comecei a visita pelas docas (porto), onde estacionamos o carro e fizemos tudo a pé. Mas há ônibus que circular por lá.


A região é cheia de construções e atrações bacanas para ver e visitar. Se tiver com tempo, aproveite para almoçar por ali, pois os restaurantes têm ótimos pratos de frutos do mar (fresquinhos - porque os mercados de peixes e frutos do mar também ficam por lá). Para economizar, opte pelo "fish and chips", mas se quiser escolher pratos mais elaborados, é o lugar ideal. Na foto acima à direita estão os mercados de peixes e à esquerda os restaurantes.

Abaixo está uma instalação com uma biblioteca e cadeiras para sentar e curtir o dia (que estava bastante ensolarado).


Mais adiante está o prédio da balsa (Ferry Building), um prédio histórico e muito bonito, de onde partem as balsas e alguns passeios de barco na região. Há muitas opções e pode-se pegar uma balsa para Devonport e outras ilhas incríveis (inclusive para conhecer o Rangitoto). Vale a pena checar as opções e programar algum passeio.



Se quiser seguir a caminhada, você chegará à Queen Street (na foto acima, atrás do prédio das balsas estão os prédios da Queen Street), a rua mais importante do centro, repleta de lojas - chiques, simples ou descoladas. Há também muitos restaurantes e lanchonetes*.



Subir e descer a rua é um passeio delicioso e cheio de boas surpresas.

*Minhas dicas aqui são:
- almoçar no Restaurante Nando's (que eu conheci em Londres, mas há filiais aqui pertinho do prédio da balsa) que é um restaurante português que serve galetos grelhados e apimentados com fritas e uma seleção deliciosa de pimentas (em vários graus);
- tomar um sorvete ao lado, no Movenpick (sorvetes suíços e imperdíveis!);
- e ao final da caminhada experimentar os fantásticos cookies da Mrs Higgins Cookies no número 1010 da Queen Street - escolha vários sabores, mas a opção com Caramelo e a opção de 3 chocolates são as melhores na minha opinião).

Mas há muitas opções para todos os dias em que passear por lá.

Mais adiante, recomendo visitar a Galeria de Arte de Auckland (Auckland Art Gallery Toi O Tamaki). O acervo é lindo e merece uma manhã inteirinha (ou uma tarde) só para apreciar as obras. A Arquitetura do prédio é uma atração em si, mas o acervo é ótimo e fiquei apaixonada pelos retratos de maoris e pelas "joias". Entrada gratuita.



A Sky Tower é daquelas atrações que você quer visitar desde o momento em que pisa em Auckland e além da subida normal (com uma vista espetacular 360 graus, um café e um restaurante), é possível fazer a Sky Walk, que é uma caminhada do lado de fora da torre (lá do alto!!!) com equipamento de segurança ou fazer um Bungee Jump de lá (também com todo equipamento de segurança necessário para um salto no meio da cidade ao lado de vários prédios). Eu tenho pavor de altura, mas os mais corajosos já vão se deliciar!


No final da Queen Street há uma grande praça com vários prédios e cheia de boas atividades para se fazer por lá.


Outros passeios para incluir no seu roteiro:
- Auckland Museum;
- pular de bungee jump da Ponte de Auckland (Auckland Harbour Bridge) - quem tem menos coragem, como eu, só de passar sobre a ponte já é demais!;
- Aquário (Kelly Tarlton's SEA LIFE Aquarium);
- Auckland Zoo.

Em outros posts eu conto mais.

Essa é Auckland, muito prazer

Hoje vou falar da cidade de Auckland, a maior e uma das mais importantes cidades da Nova Zelândia (atenção: a capital é Wellington), e fica no norte da Ilha Norte. 

Não se engane, ela é grande mesmo, e o Aeroporto é distante do centro, assim como também de muitos pontos maravilhosos que visitamos. 



Cidade praiana, com uma imensa baía como é possível ver no mapa acima, com um grande porto, docas e muitas atividades culturais para se fazer. Muitos escolhem lá como destino para seu intercâmbio - unindo o útil (fazer inglês em ótimas escolas) ao agradável (é um destino com mil opções de passeios, esportes radicais e outros nem tanto, natureza exuberante e ótimo clima).

Eu dividi Auckland em 2: o centro e o litoral norte (mas não é a divisão oficial), pois foi assim que eu visitei. Me hospedei em North Shore (litoral norte), mas fui diversas vezes para o centro de Auckland para passear.  Parece que eu "viajei" muito, mas na verdade os "bairros" lá são formados pelas praias (Takapuna, Long Bay, Browns Bay etc.) e por isso me pareceu uma viagem curta a lugares lindos - mas não saí quase de Auckland. 

Bem em frente à Auckland, está o vulcão Rangitoto que é avistado da baía de Auckland e deixa a paisagem bastante diferente do que estamos acostumados. Apesar de inativo há muito tempo, é sempre um mistério quando poderá acontecer alguma atividade. Aqui na foto está a vista do Rangitoto a partir do North Head Historic Reserve Trail, em Devonport. 


Como algumas imagens valem mais do que eu poderia escrever por aqui, farei vários posts de Auckland e suas praias e atrações. 

Onde ficar
Recomendo a hospedagem no centro de Auckland para aproveitar melhor a cidade, para poder fazer o centro todo a pé e estar bem ao lado das principais atrações da cidade. Há vários hotéis centrais e o mínimo ideal seria se hospedar por lá uns 5 dias (eu gosto da ideia de ficar mais tempo para se sentir "um local"). 

Entretanto, se procura paz e natureza, que lá tem de sobra, acho melhor se hospedar em Takapuna ou em alguma praia no norte da cidade. Eu fiquei com esta segunda opção e não me arrependo, faria tudo de novo (ainda mais no verão). 

Transporte
Esta parte é muito criticada pelos moradores locais, mas quem mora em São Paulo como eu não pode deixar de morrer de inveja do sistema de transporte deles. Há muitos ônibus para toda a parte, com horários definidos e geralmente seguidos à risca. Depois de duas ou três viagens você fica acostumado (e aproveita para treinar o inglês pedindo informações). Há também balsas e trens (somente para grandes viagens internas). 

É possível alugar um carro, só queria dizer que acho bastante complicado "treinar nosso cérebro" para se acostumar durantes um curto período de férias para a mão inglesa (sim, eles adotam esta mão), onde tudo funciona ao contrário do que estamos acostumados. Mesmo assim, se quiser arriscar, achei muito bem sinalizado, regras claras, limites claros e tudo muito fácil (ainda mais com ajuda de um navegador ou do app Waze). 

Em breve mais posts com dicas! Clicando nos marcadores (Auckland ou Nova Zelândia, por exemplo), você consegue encontrar vários outros posts relacionados ao mesmo tema. 


O novo continente

Este ano a grande aventura foi explorar o Novo Continente: a Oceania (chamado assim porque foi o último continente a ser "descoberto" pelos colonizadores europeus). Mais precisamente estive na Nova Zelândia (Aotearoa na língua dos Maoris) - na ilha norte. No mapa, como estamos acostumados a ver, parece muito distante do Brasil (depois, até, do Japão e da Austrália).




Porém, o mundo é redondo, já dizia Galileu, e felizmente podemos chegar muito mais fácil e rapidamente viajando pelo outro lado do globo. Adiante falo mais sobre o voo, mas o que acho importante dizer é que lá é muito mais perto do que estamos acostumados a imaginar e o destino é muito querido por quem já esteve lá. Vale a pena considerar para a próxima viagem.

O país foi colonizado inicialmente pelos Maoris (que têm muitas semelhanças e guarda algumas conexões com os povos da região pertencentes a outras ilhas na Polinésia e até no Havaí), mas bem depois desta colonização surgiram os europeus (ingleses, irlandeses e escoceses), que continuaram a colonização e a formação do país como hoje conhecemos.

As paisagens são lindíssimas: praias, montanhas e um clima bem gostoso. Dá para pegar um super verão na ilha norte e um super inverno na ilha sul. Isso porque a geografia premiou o país com várias ilhas, sendo as duas maiores a ilha norte (mais quente e onde fica Auckland) e a ilha Sul (mais fria e com paisagens de cair o queixo).

Se puder, aproveite para conhecer as duas ilhas. Este mapa mostra algumas cidades, as duas principais ilhas e as regiões:




O voo
Ao contrário do que muita gente pensa (e treinamos nosso cérebro a pensar assim por causa dos mapas), não é necessário fazer uma viagem de muitas horas (algo como 36 horas) para se chegar lá. Nem é preciso dar a volta ao mundo pela Europa, África ou Oriente Médio. Há um "atalho" muito mais agradável para se chegar à Oceania: pela América do Sul + Oceano Pacífico.



Há opções da TAM, LAN, QANTAS e - a partir de dezembro de 2015 - pela Aerolíneas Argentinas + Air New Zealand. Os preços são muito bons, as aeronaves apertadíssimas (apesar de novas), e tudo pode acontecer relativamente rápido (sao 3 a 4 horas no primeiro trecho e mais 14 horas no segundo). Mas a viagem vale a pena!

Para a Nova Zelândia as chegadas são sempre por Auckland. Foi onde estive. Mas é possível pegar outros voos regionais (ou carro em mão inglesa, ou trem) e seguir para outras cidades na ilha norte ou na ilha sul.

Como o voo é longo, de qualquer forma, a recomendação é ficar por lá pelo menos 15 dias, sendo o ideal entre 20 e 30 (e tem tanta coisa bacana para fazer que você vai ficar com gostinho de "quero mais" - acho que é por isso que o visto de turista geralmente dura 90 dias). E quem puder, vale muito a pena incluir a Austrália no roteiro.

Para quem, como eu, quer viajar com crianças, aqui está o link para um post onde dei algumas dicas para tornar a viagem mais agradável.

Em breve muitos outros posts e fotos para dar dicas e informações desta viagem maravilhosa. Tenho certeza de que não faltarão ideias para montar um roteiro delicioso para lá!

PS: E aqui está o link para o checklist de bagagem para não esquecer nada na viagem.

Almoço de Domingo versus Viagens

Comida de vó é o comfort Food do final de semana. E quando a gente viaja, dá a maior saudades.



O italiano Gabriele Galimbeti decidiu viajar pelo mundo mochilando de sofá em sofá (quando você se hospeda na casa de pessoas que oferecem um sofá para você dormir - couchsurfing). Mas sua "nonna" ficou preocupada se ele se alimentaria bem durante a viagem. Então ele prometeu que encontraria avós dispostas a preparar uma refeição local cheia de carinho e o registro é uma divertida viagem pelas comidas de avós mundo afora.



Pelo visto o Gabriele passiu muito bem na viagem e ainda deixou a gente com água na boca! Clica no link e boa viagem!



#travel #voltaaomundo #aroundtheworld #viagem #travelandcoffee



http://comendocomosolhos.com/uma-viagem-pelas-comidinhas-de-avos-do-mundo-todo/

Experiências inusitadas

Quando viajamos, buscamos experiências que nos tirem de nossa rotina e nos levem a sensações diferentes. Pois algumas empresas levam isso muito a sério e encaram a ideia com muito bom humor e criatividade. 

Uma grande sacada foi criar um jantar preparado por chefs renomados nas alturas, onde as pessoas são erguidas por um guindaste a alturas incríveis (50 metros!), enquanto contemplam a belíssima vista da cidade. Trata-se do DINER IN THE SKY, A ideia surgiu em 2004, na Bélgica, e ganhou o mundo todo desde então, virando até atração de alguns eventos.

Foto: Divulgação


Para quem é fã da Aurora Boreal, o Ion Luxury Adventury Hotel no vulcão ativo Monte Hengill, em Nesjavellir, na Islândia está instalado em um local que irá proporcionar uma das vistas mais incríveis do fenômeno e da belíssima paisagem da região. As diárias custam a partir de US$ 270,00. 

Foto: Hotel Ion Luxury Adventury Hotel website

Recentemente, algumas atrações chamaram muita atenção. 

Uma delas é uma suíte, prá lá de especial, que o Hotel Daniel, na cidade de Graz, Áustria, criou. Trata-se de um cubo de vidro, instalado no alto do seu prédio, a cerca de 24 metros de altura, proporcionando uma das vistas mais bonitas da cidade. O LoftCube, como é chamado, tem 44 m² e tem uma vista de 360° da bela Graz, que é patrimônio da UNESCO, além de um terraço.


Outra ideia um pouco mais, digamos, diferente é o hotel-avião que a KLM e o Airbnb acabam de lançar numa ação em conjunto. Trata-se de um avião antigo totalmente reformado e adaptado para acomodar, confortavelmente, seus hóspedes nos cerca de 366 m², e conta com cinema privativo, 2 cozinhas e muito charme. Mas, neste caso, só poderão se hospedar no divertido hotel, os ganhadores de um concurso. Está localizado no aeroporto de Schiphol, em Amsterdã, na Holanda, e funcionará entre 28 e 30 de novembro próximos. 



Por fim, para quem, como eu, adora estas novidades, não deixe de seguir o Travel And Coffee To Go, que sempre posta estas e outras novidades, o Viagem Livre (do Catraca Livre) e o site Hypeness, que faz curadoria de novidades.  

Saiba Mais:
Diner in The Sky: http://www.dinnerinthesky.com.br/ 
Ion Luxury Adventury Hotel: http://ioniceland.is/ 
Suíte Loft Club do Hotel Daniel em Graz: http://www.hoteldaniel.com/de/graz/rooms/loftcube.html
Promoção KLM e AirBNB: https://www.airbnb.com.br/rooms/4516821 
Travel And Coffee To Go: www.travelandcoffee.com 
Viagem Livre: https://catracalivre.com.br/viagem/ 
Hypeness: http://www.hypeness.com.br/category/viagem/ 


Viagem com Milhas: dicas valiosas para voar sem gastar muito

Muita gente já conhece (e é fã) dos programas de milhagens das companhias aéreas (são programas de relacionamento das cias aéreas em que se acumulam pontos - milhas - cada vez que viaja ou realiza compras em cartões ou lojas parceiras). Quando a pessoa junta uma determinada quantia de milhas (ou pontos), ela pode trocá-las por uma passagem aérea em trechos nacionais ou internacionais (ou então por outros produtos e serviços). Há casos em que você troca os pontos por um trecho e só paga a volta (ou a ida). Bem econômico

Muitos me perguntam como fazer isso. Bem, primeiro de tudo tem que ser bem organizado, ser bom planejador e ter MUITA paciência. Vamos às dicas!



1. Escolha um único cartão e centralize lá todas as suas compras e seus pontos. Assim fica mais fácil juntar a atingir as quantidades mínimas para se trocar por uma passagem ou presente. 

2. Informe-se sobre os valores em milhas necessários para voar para o destino escolhido no período que você quer viajar (há diferenças gritantes entre alta e baixa temporada). Consulte os sites das cias aéreas, mas uma boa opção para se tirar todas as dúvidas (até sobre o melhor período para solicitar as passagens) é ligando no programa de milhagens (mas tenha paciência, o atendimento demora).
Pela minha experiência, quanto antes ligar, melhor. Algumas cias aéreas vão dar prazos como "ligar 90 dias antes da data de embarque para solicitar a reserva". E pode ser que você consiga a ida com uma cia aérea e a volta com outra. Ou ainda tenha que pagar pela volta. É tudo uma questão de tentar.
3. Outro ponto importante para se entender: assim como as tarifas "baratinhas" as cias aéreas reservam alguns assentos nos vôos para quem viajará com milhas. Portanto quando acabam, não tem jeito, a não ser trocar a data ou até o destino. Esteja preparado para isso com um plano B (certa vez queríamos ir para Fernando de Noronha, mas como plano B havíamos escolhido Natal, Fortaleza ou Floripa). Também é importante ter flexibilidade de data (tenha na manga 1 a 5 dias antes ou depois para poder negociar quando estiver tentando adquirir o vôo com milhas).

Algumas cias aéreas te colocam em vôos com muitas escalas (algumas delas, surreais), portanto esteja preparada para a logística mais absurda que existe (chegam a mandar pessoas para o Canadá como "perna" para depois ir para Miami, por exemplo, ou um pinga-pinga em vôos internos até chegar no seu destino final).
4. No geral, vôos durante a semana acaba sendo mais fáceis de se conseguir assentos disponíveis para quem voa com milhas (a não ser que você tente reservar vôos em horários que são muito concorridos pelos viajantes corporativos).
5. Por fim, fique atento às parcerias entre as cias aéreas, porque com elas você amplia as opções de acúmulo de milhas e também as opções de uso das milhas (ex.: Star Alliance ou One World).

6. E muita, muita, muita, muita e mais MUITA paciência ao telefone. Faça todos os itens anteriores, sente-se num lugar confortável, tenha água, lanchinhos e celular com wi-fi nas mãos, para passar o tempo enquanto estiver aguardando o atendimento. Algumas vezes cai a ligação (e sim, você perde tudo o que já conversou), noutras o atendente te desliga, ou ainda o deixam esperando por horas. Com sorte você não passa por isso, mas já aconteceu algumas vezes comigo e com meus conhecidos.
Mas não se assuste, é assim mesmo. No final, vale muito a pena. Boa viagem!

Planejar é Preciso

Muitas pessoas se surpreendem com preços das tarifas na hora de viajar, mas o que poucos sabem (e comprovam!) é que com planejamento é possível conseguir preços melhores, tempo maior para parcelamento e ainda elimina o stress pré-viagem devido ao acúmulo de tarefas.

Segundo um estudo da ViajaNet, 62% dos compradores fecham a passagem no mesmo mês da viagem, o que é um golpe no bolso, já que este mesmo estudo mostra que a compra de passagem área no mês da viagem fica 87% mais cara do que se comprada até 2 meses antes. E na minha breve experiência como agente de viagens já tenho sentido isso na prática (eu já tive casos em que comprar a passagem do Reveillon com bastante antecedência fez com que o preço pago pelos meus clientes ficasse 2/3 mais baratao do que o preço de se comprar em cima da hora). No link da Exame, é possível ler a matéria completa.



Portanto a dica para economizar é sonhar e se planejar para as próximas férias com bastante antecedência (nada de deixar para resolver em cima da hora). Faça uma lista de lugares que gostaria de conhecer e guarde num lugar onde possa consultar facilmente. O calendário está aí, é só escolher o destino e período, procurar um amigo viajante ou um bom agente de viagem e começar.

Aproveite para pensar nos feriados também, já que muitos deles podem ser negociados antes com a chefia (ou acrescido de um ou dois dias) e se transformar em "miniférias".