Se tem uma coisa difícil para quem está viajando ou morando fora e quer falar com parentes e amigos em outros destinos é conciliar os horários.
Encontrei um site que achei bem bacana, onde é possível você comparar as horas em vários lugares do mundo ao mesmo tempo. E ele memoriza suas configurações.
Além disso, é possível colocar aquele horário na sua agenda (e facilitar a vida de quem recebe os convites para entender em que horário será o compromisso - isso sempre dá confusão, também).
Quando puder, dê uma espiadinha e teste o World Time Buddy:
http://www.worldtimebuddy.com/
(Eu também tenho uma tabelinha em Excel salva no celular para eventualidades e planejo ter 3 relógios em casa, no futuro, com o horário local e de outros 2 países com os quais mantenho contato frequente).
Coromandel Península - Vinícolas
Proposta irresistível para quem vai a Coromandel é visitar uma vinícola (para comprar ou simplesmente uma sessão de degustação). Além desta aqui que visitamos, há outras na região, mas acabei não mapeando (pela estrada é possível encontrar algumas placas).
Infelizmente quando resolvemos ir, iríamos pegar estrada e não pudemos fazer a degustação, mas deu água na boca!
Quem consegue resistir?
Estes aqui embaixo são nossos 'souvenires' da viagem, da Mercury Bay vinícola (especialidade em pinot noir, mas eu adoro um rosé, então pegamos um de cada). Assim a gente esquenta um pouco neste friosinho que está chegando por aqui.
A dica é sempre ficar atento nas estradas, porque em diversos lugares vimos placas de vinícolas pela estrada, bem como lugares bacanas, cidades pitorescas, parques maravilhosos e até barraquinhas vendendo hortifrútis pelas estradas.
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Cooks Bay, New Zealand
Coromandel Península - Hot Water Beach
Ainda na região leste da Península de Coromandel, fomos visitar a surpreendente Hot Water Beach. Obviamente, pela fama, ela é super turística (e cheia de gente cavando o chão em qualquer lugar), mas acho que o local tem seus encantos, altas ondas e também uma relação interessante com a origem vulcânica da Nova Zelândia.
Região lotada (para os padrões aqui da Nova Zelândia, claro, nada se compara a Copacabana em noite de reveillon), estacionamentos 'bombando', placas sinalizando um Hot Water Beach Top 10 Holiday Park (deu vontade de conhecer numa próxima viagem), ruas cheias de turistas, passeios, rio e praia com salva-vidas.
No canto direito tudo normal. Nas águas, ondas fortes e altas (acho que 1,5 metro a 2 metros), turistas ao longo da orla disputando um espaço na areia (especialmente no minúsculo trecho de 100 metros entre os quais pode-se nadar no mar por conta da segurança) e os salva-vidas entrando em ação a cada pouco por conta da força das águas e dos turistas desavisados. Sol a pino e maré cheia. Um dia de praia normal. Me lembrou Maresias no verão.
Ao lado esquerdo fica o cantinho mais sossegado, proibido entrar (exceto surfistas - e que fique o registro: quem desobedeceu teve que ser resgatado!) e uma multidão ao fundo perto da pedra (a praia após aquelas pedras do fundo se chama Surf Beach).
Ali, naquele cantinho perto da multidão entre as pedras, está a "mágica" que dá nome à praia...
Antes, uma breve e superficial explicação sobre o fenômeno da água quente. Quando Coromandel tinha atividade vulcânica, uma rocha vulcânica (magma) se moveu para a superfície. Próximo a ela há alguns reservatórios de água que (apesar da rocha estar passando pelo processo de resfriamento) ainda mantém temperaturas altas. É esta água que surge na superfície quando escavamos a região.
As reservas de água do subsolo aquecem e, quando cavadas na maré baixa nesta região da praia, emergem à superfície, formando algumas piscinas quentinhas (chegam a 60 graus).
O bacana da foto abaixo foi ver pessoas de todas as idades e turistas dos mais diversos lugares cavando junto e brincando com a situação.
As crianças amaram a experiência, o que seria um dia simples de praia (e de surf para alguns) virou uma divertida brincadeira com direito a ciência e água quentinha para as crianças - que não queriam ir embora de lá de jeito algum. Muito legal mesmo!
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Coromandel Península - Hahei e Cathedral Cove
Aqui está o motivo de termos vindo para o lado leste da península de Coromandel: a belíssima e famosa Cathedral Cove.
Para chegar até ela é preciso ir a Hahei Beach e fazer uma trilha de cerca de 1 hora e meia. Hahei por si só é uma graça e já vale a visita (há muitas pousadinhas e hoteis, além de cafés, restaurantes e uma praia de tirar o fôlego).
Paramos o carro em Hahei (embaixo) e seguimos rua a cima a pé. O caminho da rua da praia de Hahei até a entrada da trilha para Cathedral Cove é uma rua íngreme de cerca de 1km (mas vale pela dificuldade de se arrumar onde estacionar o carro lá em cima). A vista da caminhada compensa (vide esta da foto acima), mas depois de tanta subida, a trilha tem ainda mais 1h e meia até a Cathedral Cove (e como havia chovido, pegamos alguma lama pelo caminho).
Chegando lá, um lance de escadas e estávamos do lado direito da caverna em uma praia pequena, de areia clara e com ondas. Esta da foto é a praia da direita, onde a trilha chega.
Caminhando por dentro da caverna a gente chega na praia da esquerda, igualmente linda e um pouco mais vazia. A Caverna é legal, e realmente seu interior é grande (se a maré estiver cheia, fica complicada a passagem de um lado para o outro).
Esta pedra esculpida pelo mar, a qual vemos abaixo, é linda demais. Infelizmente a foto não fez justiça às cores e formas. As águas claras e ondas fortes são uma atração à parte.
Muitas pessoas vêm para cá de barco. Deve ser um lindo passeio, talvez da próxima vez a gente faça, mas a trilha é realmente bacana e eu sempre acho que a gente precisa ir a pé para realmente ter contato com o lugar.
A dica é levar muita água (o dobro do que está pensando, assim tem para a ida e a volta) e um lanchinho para comer enquanto curte o lugar.
Na volta, havia restaurantes e um mercadinho lotado (onde paramos para nos refrescar com alguns sorvetes e muita água). Amei!
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Hahei, New Zealand
Coromandel Península - Tairua
No meio do caminho de Auckland para Cooks Bay em Coromandel Peninsula fizemos uma parada na charmosa Tairua. Se estiver na State Highway 25 indo para Coromandel, pare por lá, tanto para fazer compras (no Foursquare), como para almoçar ou fazer um piquenique.
A cidade é uma graça, fica entre as duas serrinhas, tem bons cafés e restaurantes, além de um Foursquare (mercadinho) para se abastecer antes de chegar a Cooks Bay, Flaxmill, Hot Water Beach e Hahei. Vale a parada (e alguns clicks no visual). Se tiver mais tempo, recomendo um ou dois dias por aqui.
Este parquinho fica à beira do mar e da estrada, e as crianças adoraram! Dá para passar a tarde ali (e há mesinhas para piquenique). De frente para o braço de mar. Você pode comprar a comida num fish'n'chips / takeaway (compramos a nossa no Surf and Sand, muito bom por sinal!) e comer por lá. Simples e Perfeito.
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Tairua, New Zealand
Coromandel Península - Flaxmill Bay
Decidimos realizar duas vontades: acampar com as crianças (elas ainda não tinham vivido esta experiência em barraca) e conhecer a famosa península de Coromandel. O feriado de Páscoa nos pareceu perfeito, já que precisaríamos de ao menos 3 dias por lá.
Não investimos muito nos equipamentos porque era a primeira vez, ainda um teste, então compramos uma barraca simples e pegamos emprestados os demais acessórios. Já que estamos morando na Nova Zelândia, e percebemos que os kiwis (neozelandeses) gostam de acampar (seja em barracas ou em seus fantásticos motorhomes), por que não viver tudo isso?
Também tomamos o cuidado de procurar um camping com estrutura e encontramos o Flaxmill bem pertinho das praias que queríamos visitar (Hahei, com a Cathedral Cove, e Hot Water Beach).
Preço bom, bom atendimento, fotos promissoras. E assim escolhemos este camping. Chegando lá, além de acharmos a localização excelente, o paisagismo do local, a infraestrutura e o super atendimento do staff e do dono, Steve, foram surpreendentes!
Este é o paisagismo do camping nota dez onde ficamos em nossa viagem a Coromandel: Flaxmill. Funcionários super atenciosos, lugar espetacular, frequentadores amistosos e próximo das principais atrações da península (além de ser de frente para o mar). Super recomendo!
Antes que saia correndo, veja só que maravilhosa a cozinha do nosso camping:
As geladeiras e freezers são comuns e as pessoas marcam seus pertences sem stress (há uma caneta para escrever seu nome, seu "posto" e qual o dia do seu 'checkout'). Dá para fazer ótimas refeições por ali, se não quiser ir a um dos bons lugares que há para comer na região. As crianças adoraram!
(Dica importante para quem não quer gastar muito: vá ao mercado na sua cidade ou em Tairua - mais adiante falo a respeito da cidade e do mercado de lá - porque ali perto só há Cooks Beach e seu mercadinho onde tudo custa o dobro do preço e não há muitas opções.) Os banheiro também eram limpíssimos (chuveiro quente por 5 minutos = NZ$ 2,00) e havia uma lavanderia com secadora (NZ 4,00 por uso).
Aqui o nosso kit pra lá de básico para começar, mas espero que seja o segundo, de muitos que queremos fazer por aqui (o primeiro foi no inverno, num motorhome, em julho). Tudo muito seguro, nada de freecamping, organizado e limpo. Nota dez no quesito "cool". E olha que pegamos chuva e um furo no nosso colchão inflável (além de estarmos em 4 numa barraca pequena para 4 pessoas - na verdade o certo seria para 2).
A barraca verde à esquerda foi emprestada por um inglês que já mora aqui há dez anos, tinha um trailer vintage incrível e foi muito simpático em nos emprestar a 'extra tent' dele (pena que as crianças quiseram ficar conosco, apertadinhos).
Reveja seus conceitos: acampar é um "must" se você está num país tão "camping friendly" quanto a Nova Zelândia. Ficar em hotel é maravilhoso, mas acampar é incrível!
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Cooks Bay, New Zealand
NY - COMIDINHAS E COMPRINHAS
Ainda não tive o prazer de visitar New York (Nova Iorque), um sonho que sempre tive, mas encontrei estas dicas de alguns amigos em meus e-mails antigos e achei que seria bem legal compartilhar.
1. Loja de cookies muito boa: Levain Bakery
Sério! Só de olhar o site deles já fico babando (nos cookies, nos pães...), então imagine lá, em NY, olhando a vitrine, escolhendo e comendo estas delícias? É de pirar! Meu amigo Pedro foi quem me falou.
2. Hamburguer animal
Joint Burguer no Parker Meridien é uma grande pedida, segundo a Aninha. Mas prepare-se para muita fila e um atendimento médio, só que "diz a lenda" que o hambúrguer compensa ;-D
Site: http://www.parkermeridien.com/eat4.php
Joint Burguer no Parker Meridien é uma grande pedida, segundo a Aninha. Mas prepare-se para muita fila e um atendimento médio, só que "diz a lenda" que o hambúrguer compensa ;-D
Site: http://www.parkermeridien.com/eat4.php
3. Outlet pertinho de NY
Century 21 é o lugar bacana (esta dica já não lembro se foi do Pedro ou da Ana), e o bom é que dá pra ir de metrô, pois fica na cidade, não é aqueles outlets que você tem que ficar o dia inteiro. Assim não compromete o seu dia.
Site: http://www.c21stores.com/
Century 21 é o lugar bacana (esta dica já não lembro se foi do Pedro ou da Ana), e o bom é que dá pra ir de metrô, pois fica na cidade, não é aqueles outlets que você tem que ficar o dia inteiro. Assim não compromete o seu dia.
Site: http://www.c21stores.com/
Bem, o lugar bomba de lojas, cafés, bares, restaurantes, cenários, espetáculos, enfim, cheio de coisas legais e imperdíveis (e ultimamente os Cronuts e os Doughnuts têm bombado por lá - dê um google e você encontrará inúmeras sugestões descoladas e cheias de filas), mas foram singelas contribuições.
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A experiência de viver em outro país - em pílulas e imagens
Desde dezembro de 2015 estou em Auckland, na Nova Zelândia. Do outro lado do mundo, no começo do fuso horário, na Oceania. E tem sido incrível!
As experiências são muito intensas e marcantes. Estou adorando viver tudo isso e - o que acho mais legal neste começo é que - ainda tenho todo o meu histórico de Brasil (mais precisamente de ter nascido e vivido em São Paulo), e posso comparar e me surpreender com muitas coisas que estou conhecendo, vendo, vivendo, entendendo. São pensamentos, ideias, surpresas, constatações, primeiros impactos, um primeiro olhar e dicas que vou colecionando no meu novo dia a dia.
Criei uma conta no Instagram (gabinanz) para contar um pouco mais desta experiência, com imagens e textos rápidos.
Faço aqui o convite para que acessem a minha conta no Instagram: gabinanz
Espero que gostem.
Ah, a podem ter certeza de que em breve irei postar aqui no Blog mais coisas bacanas sobre Auckland e a Nova Zelândia, com várias dicas.

As experiências são muito intensas e marcantes. Estou adorando viver tudo isso e - o que acho mais legal neste começo é que - ainda tenho todo o meu histórico de Brasil (mais precisamente de ter nascido e vivido em São Paulo), e posso comparar e me surpreender com muitas coisas que estou conhecendo, vendo, vivendo, entendendo. São pensamentos, ideias, surpresas, constatações, primeiros impactos, um primeiro olhar e dicas que vou colecionando no meu novo dia a dia.
Criei uma conta no Instagram (gabinanz) para contar um pouco mais desta experiência, com imagens e textos rápidos.
Faço aqui o convite para que acessem a minha conta no Instagram: gabinanz
Espero que gostem.
Ah, a podem ter certeza de que em breve irei postar aqui no Blog mais coisas bacanas sobre Auckland e a Nova Zelândia, com várias dicas.

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Auckland, New Zealand
De Motorhome pela Nova Zelândia
A viagem não teria sido mais perfeita se não tivéssemos incluído uma viagem de carro pelas estradas da Nova Zelândia em meio às diferentes paisagens. Ledo engano. Quando decidimos ir de motorhome a viagem ficou ainda melhor!
O roteiro escolhido teve como destino levar as crianças para a neve, o que seria possível se seguíssemos ao sul em direção a Whakapapa, no monte Tongariro (famosa estação de esqui). Mas como a viagem é longa, decidimos parar em Taupo, no meio do caminho. Decisão acertada.
O restante da viagem foi repleto de paisagens, pássaros, cidades pitorescas e um por do sol com cores incríveis (que infelizmente não consegui registrar com uma imagem boa, mas arrisquei compartilhar uma delas para terem uma ideia das cores).
Com certeza ficou um gostinho de quero mais: mais Auckland, mais praias, mais Ilha Sul, muito mais! Quero voltar no verão.
O roteiro escolhido teve como destino levar as crianças para a neve, o que seria possível se seguíssemos ao sul em direção a Whakapapa, no monte Tongariro (famosa estação de esqui). Mas como a viagem é longa, decidimos parar em Taupo, no meio do caminho. Decisão acertada.
A primeira diversão foi a preparação da viagem: cardápio, roteiro, compras (de comidas), escolha dos campings e escolha do motorhome. Optamos pelos de 6 lugares, mas um de 4 lugares já seria suficiente (e mais econômico).
A saída de Auckland foi conturbada porque saímos no horário de rush (e lá tem trânsito também) e no nosso caminho passamos por Hamilton e Rotorua (não paramos em nenhuma delas, mas recomendo fortemente uma parada caso tenham mais tempo).
Optamos por campings pagos porque somente neles encontramos tomadas para carregar os motorhomes. Mas na verdade não é tão necessário assim (no verão principalmente, porque dormimos com o ar quente ligado).
A estrutura de banheiros e uma cozinha coletiva acabam sendo mais úteis do que tudo. Também, descobrimos que o horário de saída dos campings é sempre às 10 horas da manhã - o que achei bem ruim. Mas, tudo bem. Foi uma ótima desculpa para sairmos logo e começarmos a explorar a estrada e a cidade no lago.
Taupo é um lago que fica sobre um imenso vulcão. Segundo alguns pesquisadores, ele entrou em erupção no começo da era D/C e foi uma erupção de tamanha magnitude que escureceu os céus da Europa e Ásia. O que ficou foi uma paisagem maravilhosa, uma cidade deliciosa (cheia de águas termais), alguns campos de golfe, parques, passeios de barco, lancha, avião e helicóptero, campings, trilhas, e...
...a estrada fantástica contornando isso tudo. Sugiro percorrer durante o dia:
Em Taupo há uma grande quantidade de hoteis à beira-lago, com spa e restaurantes. O prato local é a truta (quem quiser há passeios e programas voltados à pesca da truta).
Passando Taupo descobrimos um camping muito legal: Motutere Bay Holiday Park. Da próxima vez quero me hospedar alí, de frente para o lago e com uma paisagem maravilhosa.
Mais adiante chegamos ao Tongariro National Park, com uma paisagem única. Este hotel fica bem na entrada da estrada que leva ao monte. Apaixonante!
Um pouquinho de curvas e subidas e lá está o monte coberto de neve para alegria geral de todos. No primeiro local possível paramos para curtir a paisagem e brincar na neve.
Mais adiante está o estacionamento da estação de esqui (que lota cedo). Optamos pela primeira pista - para iniciantes e moderados. Pegamos o teleférico (gratuito) e alugamos um trenó para a criançada. A diversão foi grande. Pena que fecha cedo: 16 horas.
Seguimos para o Camping (algums metros abaixo da região nevada e em meio à floresta e o rio). Ficamos no Whakapapa Holiday Park. A chuva não nos permitiu uma curtição ao ar livre, mas a cozinha do camping era muito confortável e foi lá que fizemos nosso fondue de queijo. Dormimos ao som da chuva e do rio, em (quase) paz (porque na cozinha havia o cartaz de evacuação em caso de erupção e descobrimos que estamos na rota da lava - alguns minutos depois a sirene tocou e ficamos apavorados, mas felizmente era um alarme de incêndio distante dali).
No dia seguinte saímos cedo e optamos por fazer o café da manhã lá na neve (em nosso próprio motorhome). Depois encaramos a estrada de volta a Taupo e fizemos uma parada para ver as cachoeiras Huka Falls (onde há uma lojinha e muitas trilhas também). Recomendo.
O restante da viagem foi repleto de paisagens, pássaros, cidades pitorescas e um por do sol com cores incríveis (que infelizmente não consegui registrar com uma imagem boa, mas arrisquei compartilhar uma delas para terem uma ideia das cores).
Com certeza ficou um gostinho de quero mais: mais Auckland, mais praias, mais Ilha Sul, muito mais! Quero voltar no verão.
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