Auckland Central
Auckland central é um dos pontos mais bacanas para começar a visita pela Nova Zelândia, porque ao mesmo tempo é uma cidade grande (para os padrões do país) e pequena (para quem vem de São Paulo ou Rio de Janeiro, por exemplo). É um local com muitas lojas, agito, passeios, museus e atrações, suficientes para encher a agenda e o celular com fotos, mas a paz que reina neste país vai te fazer deixar o estresse de lado e aos poucos absorver a natureza e o bom humor.
O skyline da cidade é simplesmente irresistível:
Já que é uma cidade praiana e portuária, comecei a visita pelas docas (porto), onde estacionamos o carro e fizemos tudo a pé. Mas há ônibus que circular por lá.
A região é cheia de construções e atrações bacanas para ver e visitar. Se tiver com tempo, aproveite para almoçar por ali, pois os restaurantes têm ótimos pratos de frutos do mar (fresquinhos - porque os mercados de peixes e frutos do mar também ficam por lá). Para economizar, opte pelo "fish and chips", mas se quiser escolher pratos mais elaborados, é o lugar ideal. Na foto acima à direita estão os mercados de peixes e à esquerda os restaurantes.
Abaixo está uma instalação com uma biblioteca e cadeiras para sentar e curtir o dia (que estava bastante ensolarado).
Mais adiante está o prédio da balsa (Ferry Building), um prédio histórico e muito bonito, de onde partem as balsas e alguns passeios de barco na região. Há muitas opções e pode-se pegar uma balsa para Devonport e outras ilhas incríveis (inclusive para conhecer o Rangitoto). Vale a pena checar as opções e programar algum passeio.
Se quiser seguir a caminhada, você chegará à Queen Street (na foto acima, atrás do prédio das balsas estão os prédios da Queen Street), a rua mais importante do centro, repleta de lojas - chiques, simples ou descoladas. Há também muitos restaurantes e lanchonetes*.
Subir e descer a rua é um passeio delicioso e cheio de boas surpresas.
*Minhas dicas aqui são:
- almoçar no Restaurante Nando's (que eu conheci em Londres, mas há filiais aqui pertinho do prédio da balsa) que é um restaurante português que serve galetos grelhados e apimentados com fritas e uma seleção deliciosa de pimentas (em vários graus);
- tomar um sorvete ao lado, no Movenpick (sorvetes suíços e imperdíveis!);
- e ao final da caminhada experimentar os fantásticos cookies da Mrs Higgins Cookies no número 1010 da Queen Street - escolha vários sabores, mas a opção com Caramelo e a opção de 3 chocolates são as melhores na minha opinião).
Mas há muitas opções para todos os dias em que passear por lá.
Mais adiante, recomendo visitar a Galeria de Arte de Auckland (Auckland Art Gallery Toi O Tamaki). O acervo é lindo e merece uma manhã inteirinha (ou uma tarde) só para apreciar as obras. A Arquitetura do prédio é uma atração em si, mas o acervo é ótimo e fiquei apaixonada pelos retratos de maoris e pelas "joias". Entrada gratuita.
A Sky Tower é daquelas atrações que você quer visitar desde o momento em que pisa em Auckland e além da subida normal (com uma vista espetacular 360 graus, um café e um restaurante), é possível fazer a Sky Walk, que é uma caminhada do lado de fora da torre (lá do alto!!!) com equipamento de segurança ou fazer um Bungee Jump de lá (também com todo equipamento de segurança necessário para um salto no meio da cidade ao lado de vários prédios). Eu tenho pavor de altura, mas os mais corajosos já vão se deliciar!
No final da Queen Street há uma grande praça com vários prédios e cheia de boas atividades para se fazer por lá.
Outros passeios para incluir no seu roteiro:
- Auckland Museum;
- pular de bungee jump da Ponte de Auckland (Auckland Harbour Bridge) - quem tem menos coragem, como eu, só de passar sobre a ponte já é demais!;
- Aquário (Kelly Tarlton's SEA LIFE Aquarium);
- Auckland Zoo.
Em outros posts eu conto mais.
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Local:
Auckland, New Zealand
Essa é Auckland, muito prazer
Hoje vou falar da cidade de Auckland, a maior e uma das mais importantes cidades da Nova Zelândia (atenção: a capital é Wellington), e fica no norte da Ilha Norte.
Não se engane, ela é grande mesmo, e o Aeroporto é distante do centro, assim como também de muitos pontos maravilhosos que visitamos.
Cidade praiana, com uma imensa baía como é possível ver no mapa acima, com um grande porto, docas e muitas atividades culturais para se fazer. Muitos escolhem lá como destino para seu intercâmbio - unindo o útil (fazer inglês em ótimas escolas) ao agradável (é um destino com mil opções de passeios, esportes radicais e outros nem tanto, natureza exuberante e ótimo clima).
Eu dividi Auckland em 2: o centro e o litoral norte (mas não é a divisão oficial), pois foi assim que eu visitei. Me hospedei em North Shore (litoral norte), mas fui diversas vezes para o centro de Auckland para passear. Parece que eu "viajei" muito, mas na verdade os "bairros" lá são formados pelas praias (Takapuna, Long Bay, Browns Bay etc.) e por isso me pareceu uma viagem curta a lugares lindos - mas não saí quase de Auckland.
Bem em frente à Auckland, está o vulcão Rangitoto que é avistado da baía de Auckland e deixa a paisagem bastante diferente do que estamos acostumados. Apesar de inativo há muito tempo, é sempre um mistério quando poderá acontecer alguma atividade. Aqui na foto está a vista do Rangitoto a partir do North Head Historic Reserve Trail, em Devonport.
Como algumas imagens valem mais do que eu poderia escrever por aqui, farei vários posts de Auckland e suas praias e atrações.
Onde ficar
Recomendo a hospedagem no centro de Auckland para aproveitar melhor a cidade, para poder fazer o centro todo a pé e estar bem ao lado das principais atrações da cidade. Há vários hotéis centrais e o mínimo ideal seria se hospedar por lá uns 5 dias (eu gosto da ideia de ficar mais tempo para se sentir "um local").
Entretanto, se procura paz e natureza, que lá tem de sobra, acho melhor se hospedar em Takapuna ou em alguma praia no norte da cidade. Eu fiquei com esta segunda opção e não me arrependo, faria tudo de novo (ainda mais no verão).
Transporte
Esta parte é muito criticada pelos moradores locais, mas quem mora em São Paulo como eu não pode deixar de morrer de inveja do sistema de transporte deles. Há muitos ônibus para toda a parte, com horários definidos e geralmente seguidos à risca. Depois de duas ou três viagens você fica acostumado (e aproveita para treinar o inglês pedindo informações). Há também balsas e trens (somente para grandes viagens internas).
É possível alugar um carro, só queria dizer que acho bastante complicado "treinar nosso cérebro" para se acostumar durantes um curto período de férias para a mão inglesa (sim, eles adotam esta mão), onde tudo funciona ao contrário do que estamos acostumados. Mesmo assim, se quiser arriscar, achei muito bem sinalizado, regras claras, limites claros e tudo muito fácil (ainda mais com ajuda de um navegador ou do app Waze).
Em breve mais posts com dicas! Clicando nos marcadores (Auckland ou Nova Zelândia, por exemplo), você consegue encontrar vários outros posts relacionados ao mesmo tema.
Não se engane, ela é grande mesmo, e o Aeroporto é distante do centro, assim como também de muitos pontos maravilhosos que visitamos.
Cidade praiana, com uma imensa baía como é possível ver no mapa acima, com um grande porto, docas e muitas atividades culturais para se fazer. Muitos escolhem lá como destino para seu intercâmbio - unindo o útil (fazer inglês em ótimas escolas) ao agradável (é um destino com mil opções de passeios, esportes radicais e outros nem tanto, natureza exuberante e ótimo clima).
Eu dividi Auckland em 2: o centro e o litoral norte (mas não é a divisão oficial), pois foi assim que eu visitei. Me hospedei em North Shore (litoral norte), mas fui diversas vezes para o centro de Auckland para passear. Parece que eu "viajei" muito, mas na verdade os "bairros" lá são formados pelas praias (Takapuna, Long Bay, Browns Bay etc.) e por isso me pareceu uma viagem curta a lugares lindos - mas não saí quase de Auckland.
Bem em frente à Auckland, está o vulcão Rangitoto que é avistado da baía de Auckland e deixa a paisagem bastante diferente do que estamos acostumados. Apesar de inativo há muito tempo, é sempre um mistério quando poderá acontecer alguma atividade. Aqui na foto está a vista do Rangitoto a partir do North Head Historic Reserve Trail, em Devonport.
Como algumas imagens valem mais do que eu poderia escrever por aqui, farei vários posts de Auckland e suas praias e atrações.
Onde ficar
Recomendo a hospedagem no centro de Auckland para aproveitar melhor a cidade, para poder fazer o centro todo a pé e estar bem ao lado das principais atrações da cidade. Há vários hotéis centrais e o mínimo ideal seria se hospedar por lá uns 5 dias (eu gosto da ideia de ficar mais tempo para se sentir "um local").
Entretanto, se procura paz e natureza, que lá tem de sobra, acho melhor se hospedar em Takapuna ou em alguma praia no norte da cidade. Eu fiquei com esta segunda opção e não me arrependo, faria tudo de novo (ainda mais no verão).
Esta parte é muito criticada pelos moradores locais, mas quem mora em São Paulo como eu não pode deixar de morrer de inveja do sistema de transporte deles. Há muitos ônibus para toda a parte, com horários definidos e geralmente seguidos à risca. Depois de duas ou três viagens você fica acostumado (e aproveita para treinar o inglês pedindo informações). Há também balsas e trens (somente para grandes viagens internas).
É possível alugar um carro, só queria dizer que acho bastante complicado "treinar nosso cérebro" para se acostumar durantes um curto período de férias para a mão inglesa (sim, eles adotam esta mão), onde tudo funciona ao contrário do que estamos acostumados. Mesmo assim, se quiser arriscar, achei muito bem sinalizado, regras claras, limites claros e tudo muito fácil (ainda mais com ajuda de um navegador ou do app Waze).
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Local:
Auckland, New Zealand
O novo continente
Este ano a grande aventura foi explorar o Novo Continente: a Oceania (chamado assim porque foi o último continente a ser "descoberto" pelos colonizadores europeus). Mais precisamente estive na Nova Zelândia (Aotearoa na língua dos Maoris) - na ilha norte. No mapa, como estamos acostumados a ver, parece muito distante do Brasil (depois, até, do Japão e da Austrália).
Porém, o mundo é redondo, já dizia Galileu, e felizmente podemos chegar muito mais fácil e rapidamente viajando pelo outro lado do globo. Adiante falo mais sobre o voo, mas o que acho importante dizer é que lá é muito mais perto do que estamos acostumados a imaginar e o destino é muito querido por quem já esteve lá. Vale a pena considerar para a próxima viagem.
O país foi colonizado inicialmente pelos Maoris (que têm muitas semelhanças e guarda algumas conexões com os povos da região pertencentes a outras ilhas na Polinésia e até no Havaí), mas bem depois desta colonização surgiram os europeus (ingleses, irlandeses e escoceses), que continuaram a colonização e a formação do país como hoje conhecemos.
As paisagens são lindíssimas: praias, montanhas e um clima bem gostoso. Dá para pegar um super verão na ilha norte e um super inverno na ilha sul. Isso porque a geografia premiou o país com várias ilhas, sendo as duas maiores a ilha norte (mais quente e onde fica Auckland) e a ilha Sul (mais fria e com paisagens de cair o queixo).
Se puder, aproveite para conhecer as duas ilhas. Este mapa mostra algumas cidades, as duas principais ilhas e as regiões:
O voo
Ao contrário do que muita gente pensa (e treinamos nosso cérebro a pensar assim por causa dos mapas), não é necessário fazer uma viagem de muitas horas (algo como 36 horas) para se chegar lá. Nem é preciso dar a volta ao mundo pela Europa, África ou Oriente Médio. Há um "atalho" muito mais agradável para se chegar à Oceania: pela América do Sul + Oceano Pacífico.
Há opções da TAM, LAN, QANTAS e - a partir de dezembro de 2015 - pela Aerolíneas Argentinas + Air New Zealand. Os preços são muito bons, as aeronaves apertadíssimas (apesar de novas), e tudo pode acontecer relativamente rápido (sao 3 a 4 horas no primeiro trecho e mais 14 horas no segundo). Mas a viagem vale a pena!
Para a Nova Zelândia as chegadas são sempre por Auckland. Foi onde estive. Mas é possível pegar outros voos regionais (ou carro em mão inglesa, ou trem) e seguir para outras cidades na ilha norte ou na ilha sul.
Como o voo é longo, de qualquer forma, a recomendação é ficar por lá pelo menos 15 dias, sendo o ideal entre 20 e 30 (e tem tanta coisa bacana para fazer que você vai ficar com gostinho de "quero mais" - acho que é por isso que o visto de turista geralmente dura 90 dias). E quem puder, vale muito a pena incluir a Austrália no roteiro.
Para quem, como eu, quer viajar com crianças, aqui está o link para um post onde dei algumas dicas para tornar a viagem mais agradável.
Em breve muitos outros posts e fotos para dar dicas e informações desta viagem maravilhosa. Tenho certeza de que não faltarão ideias para montar um roteiro delicioso para lá!
PS: E aqui está o link para o checklist de bagagem para não esquecer nada na viagem.
Porém, o mundo é redondo, já dizia Galileu, e felizmente podemos chegar muito mais fácil e rapidamente viajando pelo outro lado do globo. Adiante falo mais sobre o voo, mas o que acho importante dizer é que lá é muito mais perto do que estamos acostumados a imaginar e o destino é muito querido por quem já esteve lá. Vale a pena considerar para a próxima viagem.
O país foi colonizado inicialmente pelos Maoris (que têm muitas semelhanças e guarda algumas conexões com os povos da região pertencentes a outras ilhas na Polinésia e até no Havaí), mas bem depois desta colonização surgiram os europeus (ingleses, irlandeses e escoceses), que continuaram a colonização e a formação do país como hoje conhecemos.
As paisagens são lindíssimas: praias, montanhas e um clima bem gostoso. Dá para pegar um super verão na ilha norte e um super inverno na ilha sul. Isso porque a geografia premiou o país com várias ilhas, sendo as duas maiores a ilha norte (mais quente e onde fica Auckland) e a ilha Sul (mais fria e com paisagens de cair o queixo).
Se puder, aproveite para conhecer as duas ilhas. Este mapa mostra algumas cidades, as duas principais ilhas e as regiões:
O voo
Ao contrário do que muita gente pensa (e treinamos nosso cérebro a pensar assim por causa dos mapas), não é necessário fazer uma viagem de muitas horas (algo como 36 horas) para se chegar lá. Nem é preciso dar a volta ao mundo pela Europa, África ou Oriente Médio. Há um "atalho" muito mais agradável para se chegar à Oceania: pela América do Sul + Oceano Pacífico.
Há opções da TAM, LAN, QANTAS e - a partir de dezembro de 2015 - pela Aerolíneas Argentinas + Air New Zealand. Os preços são muito bons, as aeronaves apertadíssimas (apesar de novas), e tudo pode acontecer relativamente rápido (sao 3 a 4 horas no primeiro trecho e mais 14 horas no segundo). Mas a viagem vale a pena!
Para a Nova Zelândia as chegadas são sempre por Auckland. Foi onde estive. Mas é possível pegar outros voos regionais (ou carro em mão inglesa, ou trem) e seguir para outras cidades na ilha norte ou na ilha sul.
Como o voo é longo, de qualquer forma, a recomendação é ficar por lá pelo menos 15 dias, sendo o ideal entre 20 e 30 (e tem tanta coisa bacana para fazer que você vai ficar com gostinho de "quero mais" - acho que é por isso que o visto de turista geralmente dura 90 dias). E quem puder, vale muito a pena incluir a Austrália no roteiro.
Para quem, como eu, quer viajar com crianças, aqui está o link para um post onde dei algumas dicas para tornar a viagem mais agradável.
Em breve muitos outros posts e fotos para dar dicas e informações desta viagem maravilhosa. Tenho certeza de que não faltarão ideias para montar um roteiro delicioso para lá!
PS: E aqui está o link para o checklist de bagagem para não esquecer nada na viagem.
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Local:
Nova Zelândia
Almoço de Domingo versus Viagens
Comida de vó é o comfort Food do final de semana. E quando a gente viaja, dá a maior saudades.
O italiano Gabriele Galimbeti decidiu viajar pelo mundo mochilando de sofá em sofá (quando você se hospeda na casa de pessoas que oferecem um sofá para você dormir - couchsurfing). Mas sua "nonna" ficou preocupada se ele se alimentaria bem durante a viagem. Então ele prometeu que encontraria avós dispostas a preparar uma refeição local cheia de carinho e o registro é uma divertida viagem pelas comidas de avós mundo afora.
Pelo visto o Gabriele passiu muito bem na viagem e ainda deixou a gente com água na boca! Clica no link e boa viagem!
#travel #voltaaomundo #aroundtheworld #viagem #travelandcoffee
http://comendocomosolhos.com/uma-viagem-pelas-comidinhas-de-avos-do-mundo-todo/
O italiano Gabriele Galimbeti decidiu viajar pelo mundo mochilando de sofá em sofá (quando você se hospeda na casa de pessoas que oferecem um sofá para você dormir - couchsurfing). Mas sua "nonna" ficou preocupada se ele se alimentaria bem durante a viagem. Então ele prometeu que encontraria avós dispostas a preparar uma refeição local cheia de carinho e o registro é uma divertida viagem pelas comidas de avós mundo afora.
Pelo visto o Gabriele passiu muito bem na viagem e ainda deixou a gente com água na boca! Clica no link e boa viagem!
#travel #voltaaomundo #aroundtheworld #viagem #travelandcoffee
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Experiências inusitadas
Quando viajamos, buscamos experiências que nos tirem de nossa rotina e nos levem a sensações diferentes. Pois algumas empresas levam isso muito a sério e encaram a ideia com muito bom humor e criatividade.
Uma grande sacada foi criar um jantar preparado por chefs renomados nas alturas, onde as pessoas são erguidas por um guindaste a alturas incríveis (50 metros!), enquanto contemplam a belíssima vista da cidade. Trata-se do DINER IN THE SKY, A ideia surgiu em 2004, na Bélgica, e ganhou o mundo todo desde então, virando até atração de alguns eventos.
Para quem é fã da Aurora Boreal, o Ion Luxury Adventury Hotel no vulcão ativo Monte Hengill, em Nesjavellir, na Islândia está instalado em um local que irá proporcionar uma das vistas mais incríveis do fenômeno e da belíssima paisagem da região. As diárias custam a partir de US$ 270,00.
Recentemente, algumas atrações chamaram muita atenção.
Uma delas é uma suíte, prá lá de especial, que o Hotel Daniel, na cidade de Graz, Áustria, criou. Trata-se de um cubo de vidro, instalado no alto do seu prédio, a cerca de 24 metros de altura, proporcionando uma das vistas mais bonitas da cidade. O LoftCube, como é chamado, tem 44 m² e tem uma vista de 360° da bela Graz, que é patrimônio da UNESCO, além de um terraço.
Saiba Mais:
Diner in The Sky: http://www.dinnerinthesky.com.br/
Ion Luxury Adventury Hotel: http://ioniceland.is/
Suíte Loft Club do Hotel Daniel em Graz: http://www.hoteldaniel.com/de/graz/rooms/loftcube.html
Promoção KLM e AirBNB: https://www.airbnb.com.br/rooms/4516821
Travel And Coffee To Go: www.travelandcoffee.com
Viagem Livre: https://catracalivre.com.br/viagem/
Hypeness: http://www.hypeness.com.br/category/viagem/
Uma grande sacada foi criar um jantar preparado por chefs renomados nas alturas, onde as pessoas são erguidas por um guindaste a alturas incríveis (50 metros!), enquanto contemplam a belíssima vista da cidade. Trata-se do DINER IN THE SKY, A ideia surgiu em 2004, na Bélgica, e ganhou o mundo todo desde então, virando até atração de alguns eventos.
Foto: Divulgação
Para quem é fã da Aurora Boreal, o Ion Luxury Adventury Hotel no vulcão ativo Monte Hengill, em Nesjavellir, na Islândia está instalado em um local que irá proporcionar uma das vistas mais incríveis do fenômeno e da belíssima paisagem da região. As diárias custam a partir de US$ 270,00.
Foto: Hotel Ion Luxury Adventury Hotel website
Recentemente, algumas atrações chamaram muita atenção.
Uma delas é uma suíte, prá lá de especial, que o Hotel Daniel, na cidade de Graz, Áustria, criou. Trata-se de um cubo de vidro, instalado no alto do seu prédio, a cerca de 24 metros de altura, proporcionando uma das vistas mais bonitas da cidade. O LoftCube, como é chamado, tem 44 m² e tem uma vista de 360° da bela Graz, que é patrimônio da UNESCO, além de um terraço.
Outra ideia um pouco mais, digamos, diferente é o hotel-avião que a KLM e o Airbnb acabam de lançar numa ação em conjunto. Trata-se de um avião antigo totalmente reformado e adaptado para acomodar, confortavelmente, seus hóspedes nos cerca de 366 m², e conta com cinema privativo, 2 cozinhas e muito charme. Mas, neste caso, só poderão se hospedar no divertido hotel, os ganhadores de um concurso. Está localizado no aeroporto de Schiphol, em Amsterdã, na Holanda, e funcionará entre 28 e 30 de novembro próximos.
Por fim, para quem, como eu, adora estas novidades, não deixe de seguir o Travel And Coffee To Go, que sempre posta estas e outras novidades, o Viagem Livre (do Catraca Livre) e o site Hypeness, que faz curadoria de novidades.
Diner in The Sky: http://www.dinnerinthesky.com.br/
Ion Luxury Adventury Hotel: http://ioniceland.is/
Suíte Loft Club do Hotel Daniel em Graz: http://www.hoteldaniel.com/de/graz/rooms/loftcube.html
Promoção KLM e AirBNB: https://www.airbnb.com.br/rooms/4516821
Travel And Coffee To Go: www.travelandcoffee.com
Viagem Livre: https://catracalivre.com.br/viagem/
Hypeness: http://www.hypeness.com.br/category/viagem/
Viagem com Milhas: dicas valiosas para voar sem gastar muito
Muita gente já conhece (e é fã) dos programas de milhagens das companhias aéreas (são programas de relacionamento das cias aéreas em que se acumulam pontos - milhas - cada vez que viaja ou realiza compras em cartões ou lojas parceiras). Quando a pessoa junta uma determinada quantia de milhas (ou pontos), ela pode trocá-las por uma passagem aérea em trechos nacionais ou internacionais (ou então por outros produtos e serviços). Há casos em que você troca os pontos por um trecho e só paga a volta (ou a ida). Bem econômico.
Muitos me perguntam como fazer isso. Bem, primeiro de tudo tem que ser bem organizado, ser bom planejador e ter MUITA paciência. Vamos às dicas!
1. Escolha um único cartão e centralize lá todas as suas compras e seus pontos. Assim fica mais fácil juntar a atingir as quantidades mínimas para se trocar por uma passagem ou presente.
2. Informe-se sobre os valores em milhas necessários para voar para o destino escolhido no período que você quer viajar (há diferenças gritantes entre alta e baixa temporada). Consulte os sites das cias aéreas, mas uma boa opção para se tirar todas as dúvidas (até sobre o melhor período para solicitar as passagens) é ligando no programa de milhagens (mas tenha paciência, o atendimento demora).
Muitos me perguntam como fazer isso. Bem, primeiro de tudo tem que ser bem organizado, ser bom planejador e ter MUITA paciência. Vamos às dicas!
1. Escolha um único cartão e centralize lá todas as suas compras e seus pontos. Assim fica mais fácil juntar a atingir as quantidades mínimas para se trocar por uma passagem ou presente.
2. Informe-se sobre os valores em milhas necessários para voar para o destino escolhido no período que você quer viajar (há diferenças gritantes entre alta e baixa temporada). Consulte os sites das cias aéreas, mas uma boa opção para se tirar todas as dúvidas (até sobre o melhor período para solicitar as passagens) é ligando no programa de milhagens (mas tenha paciência, o atendimento demora).
Pela minha experiência, quanto antes ligar, melhor. Algumas cias aéreas vão dar prazos como "ligar 90 dias antes da data de embarque para solicitar a reserva". E pode ser que você consiga a ida com uma cia aérea e a volta com outra. Ou ainda tenha que pagar pela volta. É tudo uma questão de tentar.
3. Outro ponto importante para se entender: assim como as tarifas "baratinhas" as cias aéreas reservam alguns assentos nos vôos para quem viajará com milhas. Portanto quando acabam, não tem jeito, a não ser trocar a data ou até o destino. Esteja preparado para isso com um plano B (certa vez queríamos ir para Fernando de Noronha, mas como plano B havíamos escolhido Natal, Fortaleza ou Floripa). Também é importante ter flexibilidade de data (tenha na manga 1 a 5 dias antes ou depois para poder negociar quando estiver tentando adquirir o vôo com milhas).
Algumas cias aéreas te colocam em vôos com muitas escalas (algumas delas, surreais), portanto esteja preparada para a logística mais absurda que existe (chegam a mandar pessoas para o Canadá como "perna" para depois ir para Miami, por exemplo, ou um pinga-pinga em vôos internos até chegar no seu destino final).
Algumas cias aéreas te colocam em vôos com muitas escalas (algumas delas, surreais), portanto esteja preparada para a logística mais absurda que existe (chegam a mandar pessoas para o Canadá como "perna" para depois ir para Miami, por exemplo, ou um pinga-pinga em vôos internos até chegar no seu destino final).
4. No geral, vôos durante a semana acaba sendo mais fáceis de se conseguir assentos disponíveis para quem voa com milhas (a não ser que você tente reservar vôos em horários que são muito concorridos pelos viajantes corporativos).
5. Por fim, fique atento às parcerias entre as cias aéreas, porque com elas você amplia as opções de acúmulo de milhas e também as opções de uso das milhas (ex.: Star Alliance ou One World).
6. E muita, muita, muita, muita e mais MUITA paciência ao telefone. Faça todos os itens anteriores, sente-se num lugar confortável, tenha água, lanchinhos e celular com wi-fi nas mãos, para passar o tempo enquanto estiver aguardando o atendimento. Algumas vezes cai a ligação (e sim, você perde tudo o que já conversou), noutras o atendente te desliga, ou ainda o deixam esperando por horas. Com sorte você não passa por isso, mas já aconteceu algumas vezes comigo e com meus conhecidos.
6. E muita, muita, muita, muita e mais MUITA paciência ao telefone. Faça todos os itens anteriores, sente-se num lugar confortável, tenha água, lanchinhos e celular com wi-fi nas mãos, para passar o tempo enquanto estiver aguardando o atendimento. Algumas vezes cai a ligação (e sim, você perde tudo o que já conversou), noutras o atendente te desliga, ou ainda o deixam esperando por horas. Com sorte você não passa por isso, mas já aconteceu algumas vezes comigo e com meus conhecidos.
Mas não se assuste, é assim mesmo. No final, vale muito a pena. Boa viagem!
Planejar é Preciso
Muitas pessoas se surpreendem com preços das tarifas na hora de viajar, mas o que poucos sabem (e comprovam!) é que com planejamento é possível conseguir preços melhores, tempo maior para parcelamento e ainda elimina o stress pré-viagem devido ao acúmulo de tarefas.
Segundo um estudo da ViajaNet, 62% dos compradores fecham a passagem no mesmo mês da viagem, o que é um golpe no bolso, já que este mesmo estudo mostra que a compra de passagem área no mês da viagem fica 87% mais cara do que se comprada até 2 meses antes. E na minha breve experiência como agente de viagens já tenho sentido isso na prática (eu já tive casos em que comprar a passagem do Reveillon com bastante antecedência fez com que o preço pago pelos meus clientes ficasse 2/3 mais baratao do que o preço de se comprar em cima da hora). No link da Exame, é possível ler a matéria completa.
Portanto a dica para economizar é sonhar e se planejar para as próximas férias com bastante antecedência (nada de deixar para resolver em cima da hora). Faça uma lista de lugares que gostaria de conhecer e guarde num lugar onde possa consultar facilmente. O calendário está aí, é só escolher o destino e período, procurar um amigo viajante ou um bom agente de viagem e começar.
Aproveite para pensar nos feriados também, já que muitos deles podem ser negociados antes com a chefia (ou acrescido de um ou dois dias) e se transformar em "miniférias".
Segundo um estudo da ViajaNet, 62% dos compradores fecham a passagem no mesmo mês da viagem, o que é um golpe no bolso, já que este mesmo estudo mostra que a compra de passagem área no mês da viagem fica 87% mais cara do que se comprada até 2 meses antes. E na minha breve experiência como agente de viagens já tenho sentido isso na prática (eu já tive casos em que comprar a passagem do Reveillon com bastante antecedência fez com que o preço pago pelos meus clientes ficasse 2/3 mais baratao do que o preço de se comprar em cima da hora). No link da Exame, é possível ler a matéria completa.
Portanto a dica para economizar é sonhar e se planejar para as próximas férias com bastante antecedência (nada de deixar para resolver em cima da hora). Faça uma lista de lugares que gostaria de conhecer e guarde num lugar onde possa consultar facilmente. O calendário está aí, é só escolher o destino e período, procurar um amigo viajante ou um bom agente de viagem e começar.
Aproveite para pensar nos feriados também, já que muitos deles podem ser negociados antes com a chefia (ou acrescido de um ou dois dias) e se transformar em "miniférias".
O Castelo do Conde Drácula, na Transilvânia, Romênia
Sempre quis conhecer a Transilvânia, ainda mais depois que descobri que o castelo do Conde Drácula realmente existia. Segundo o site oficial do castelo de Bran, na Romênia, Drácula, personagem de Bram Stoker, é um conde da Transilvânia prá lá de arrepiante e que vive em um castelo no alto de um vale. A cidade que o circunda teme o conde e as lendas que são contadas a seu respeito.
Vlad Tepes (Vlad, o Empalador), príncipe de outro castelo que atualmente está em ruínas, é confundido com o Conde Drácula de Bram Stoker. O autor nunca visitou a Romênia, mas baseado em uma descrição do castelo de Bran, criou o próprio cenário para abrigar o vampiro da noite.
Para chegar lá, é preciso pegar um vôo para Bucareste (existem várias opções saindo de diversas cidades na Europa, como Frankfurt, Paris, Londres e Roma, por exemplo) e seguir de trem ou de carro até a cidade de bran (quem vai de carro leva cerca de 2,5 horas para percorrer os 160 km que separam as cidades). Se for de trem, o destino é Brasov, de onde partem ônibus até Bran (ou táxis).
Castelo de Bran
Endereço: Str. General Traian Mosoiu, nr. 24, Bran, Romania
Pegue um vôo até Bucareste, na Romênia, e, de lá, siga de trem ou de carro (160 km, cerca de 2,5 horas) até a cidade de Bran.
Website do Castelo de Bran
Link para Hoteis em Bran, Romênia: clique aqui.
Vlad Tepes (Vlad, o Empalador), príncipe de outro castelo que atualmente está em ruínas, é confundido com o Conde Drácula de Bram Stoker. O autor nunca visitou a Romênia, mas baseado em uma descrição do castelo de Bran, criou o próprio cenário para abrigar o vampiro da noite.
Para chegar lá, é preciso pegar um vôo para Bucareste (existem várias opções saindo de diversas cidades na Europa, como Frankfurt, Paris, Londres e Roma, por exemplo) e seguir de trem ou de carro até a cidade de bran (quem vai de carro leva cerca de 2,5 horas para percorrer os 160 km que separam as cidades). Se for de trem, o destino é Brasov, de onde partem ônibus até Bran (ou táxis).
Castelo de Bran
Endereço: Str. General Traian Mosoiu, nr. 24, Bran, Romania
Pegue um vôo até Bucareste, na Romênia, e, de lá, siga de trem ou de carro (160 km, cerca de 2,5 horas) até a cidade de Bran.
Website do Castelo de Bran
Link para Hoteis em Bran, Romênia: clique aqui.
Planejando viagem para a DISNEY em Julho?
Que tal aproveitar este final de semana para fazer um checklist de tudo o que precisa providenciar até lá e ir com calma resolvendo cada tarefa? Assim você ganha ritmo, tira muitas pendências da frente e vai esquentando cada vez mais o tão esperado momento.
Algumas dicas:
- verificar a validade dos passaportes de todos;
- verificar a validade dos vistos (caso ainda não tenha, não espere mais para solicitar o seu, pois pode levar um bom tempo até conseguir uma data);
- faça cotações nas agências de viagens de sua confiança;
- lembre-se de que dependendo da data de saída você pode pegar um dia de jogo de Copa do Mundo, o que pode fazer com que a sua ida até o aeroporto seja prejudicada (e não queremos isso). Leve em consideração estas datas antes de fechar as passagens;
- comece a monitorar o preço do dólar (e quando atingir valores interessantes, compre num cartão de viagem - tipo VISA Travel Money ou Traveller's Checks);
- verifique o estado (e a quantidade) de malas (se necessário, compre novas ou peça emprestado);
- marque cafés, almoços e jantares com amigos que já viajaram para pegar todas as dicas;
- compre guias de viagens e revistas que falam sobre Disney para não perder as últimas novidades e as dicas que eles também publicam;
- faça uma programação dos dias de visita a cada parque (e faça orçamentos para comprar os ingressos por aqui com desconto);
- veja se é interessante você alugar um carro, e também já peça orçamentos;
- não deixe de incluir um bom seguro de saúde (já que qualquer problema de saúde ou emergência pode custar tão caro que você não vai acreditar e é sempre bom prevenir);
- cheque os limites do seu cartão de crédito (que também precisa ser internacional) para poder comprar sem passar vontade e sem estourar o orçamento. Se necessário, converse com o gerente da sua conta do banco para conseguir mais crédito;
- reserve as férias no seu trabalho ou no seu negócio;
- faça uma lista de coisas que precisa comprar, para que seja mais consciente nas escolhas e traga coisas que realmente vai usar depois;
- e aproveite a programação, ela é trabalhosa mas com planejamento pode ser tão boa quanto a própria viagem!
Quando estiver faltando 3 semanas, repasse a lista e comece a montar as malas (para ter tempo de comprar o que faltar). Uma dica para montar malas você encontra neste post: http://bit.ly/1npZWFw
Algumas dicas:
- verificar a validade dos passaportes de todos;
- verificar a validade dos vistos (caso ainda não tenha, não espere mais para solicitar o seu, pois pode levar um bom tempo até conseguir uma data);
- faça cotações nas agências de viagens de sua confiança;
- lembre-se de que dependendo da data de saída você pode pegar um dia de jogo de Copa do Mundo, o que pode fazer com que a sua ida até o aeroporto seja prejudicada (e não queremos isso). Leve em consideração estas datas antes de fechar as passagens;
- comece a monitorar o preço do dólar (e quando atingir valores interessantes, compre num cartão de viagem - tipo VISA Travel Money ou Traveller's Checks);
- verifique o estado (e a quantidade) de malas (se necessário, compre novas ou peça emprestado);
- marque cafés, almoços e jantares com amigos que já viajaram para pegar todas as dicas;
- compre guias de viagens e revistas que falam sobre Disney para não perder as últimas novidades e as dicas que eles também publicam;
- faça uma programação dos dias de visita a cada parque (e faça orçamentos para comprar os ingressos por aqui com desconto);
- veja se é interessante você alugar um carro, e também já peça orçamentos;
- não deixe de incluir um bom seguro de saúde (já que qualquer problema de saúde ou emergência pode custar tão caro que você não vai acreditar e é sempre bom prevenir);
- cheque os limites do seu cartão de crédito (que também precisa ser internacional) para poder comprar sem passar vontade e sem estourar o orçamento. Se necessário, converse com o gerente da sua conta do banco para conseguir mais crédito;
- reserve as férias no seu trabalho ou no seu negócio;
- faça uma lista de coisas que precisa comprar, para que seja mais consciente nas escolhas e traga coisas que realmente vai usar depois;
- e aproveite a programação, ela é trabalhosa mas com planejamento pode ser tão boa quanto a própria viagem!
Quando estiver faltando 3 semanas, repasse a lista e comece a montar as malas (para ter tempo de comprar o que faltar). Uma dica para montar malas você encontra neste post: http://bit.ly/1npZWFw
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Local:
Orlando, Florida, EUA
Crianças e Vôos - como passar por isso sem sofrer tanto
Uma amiga me perguntou como era encarar o vôo com bebês e, depois, com as crianças. Achei que era uma dúvida bastante comum de algumas mães, então decidi fazer um post.
Num post antigo já havia dado algumas dicas de hotéis, como lidar com o tempo no avião, como era o dia a dia na viagem, como fazíamos com as refeições e alguns passeios em Fernando de Noronha. Neste outro, fiz um checklist de viagem, com tudo o que acho importante carregar (ou pelo menos pensar se preciso ou não carregar) quando viajo sozinha, em casal ou com os pequenos.
O mais importante de tudo é se planejar bem para todo o processo: da saída de casa até a chegada (literalmente) no último destino. Se para nós é uma questão complicada, para os pequenos é ainda mais chato e cansativo. Portanto tudo o que você, como pai, mãe, tio, tia, avós e acompanhantes de crianças puder fazer para tornar a experiência a mais agradável possível, melhor para os dois. Veja o grande exemplo que Guido, o personagem judeu preso num campo de concentração, fez para tornar a estada mais agradável para o filho Giosué, em "A Vida é Bela".
Antes da viagem, se puder, ligue na companhia aérea (ou na agência de viagens) e peça para reservarem assentos especiais (com bercinho), mais próximos aos corredores (para idas ao banheiro), perto dos banheiros e até refeições especiais.
Se planejar levar um tablet ou smartphone para distrair as crianças, carregue a bateria e renove jogos e filmes já baixados para entreter a criançada (ou você mesmo) a bordo do avião.
ANTES
Eu sugiro programar a viagem noturna, preferencialmente num horário que a criança costume dormir. Assim, quando estiver no avião (e a parte legal do começo da viagem tiver passado), com sorte a criança irá dormir. No meu caso, sempre deu certo.
Na bagagem de mão leve papinhas, comidinhas para distração (ex.: bolachas e iogurtes), mamadeira, chupeta, água, leite em pó, livrinhos, livros de pintar, giz de cera, brinquedos, roupinha extra, fralda e um eletrônico (tablet, smartphone, games, computador, DVD player). E um cobertor pequeno. É importante que alguns remédios estejam à mão (Rinossoro, Dramin, analgésicos, antitérmicos, termômetro). Algumas crianças não suportam muito bem a pressão e o ar condicionado.
Ao achegar no aeroporto, tente chegar com bastante antecedência e pegar uma fila especial (ficar 4 horas em pé numa fila de checkin com crianças vai tornar tudo mais difícil dentro do avião). A maioria das companhias aéreas oferecem esta gentileza e em alguns lugares isso é lei (como no Brasil). Tenha todos os documentos juntos sempre à mão (RG, certidões e passaportes originais), junto com a passagem. Por causa das crianças, não é possível fazer check-in online.
Se tiver muita fila, peça para alguém ficar com as crianças que só precisam se apresentar na hora de fazer efetivamente o check-in.
Enquanto esperam o embarque, visitem restaurantes, caminhe pelo aeroporto (para gastar a energia dos pequenos), compre um novo livrinho ou brinquedo em alguma loja (prepare-se para pagar caro), mostre a pista de pouso e decolagem etc. Leve algumas moedas porque muitos aeroportos têm brinquedinhos de moedas que distraem as crianças. Importante: faça atividades de movimento (guarde a bateria do iPad para o vôo). Ficar explicando como as coisas funcionam também ajuda a distrair os pequenos.
O VÔO
Como havia comentado, acho a parte do avião bem sossegada, mas precisa de alguns cuidados.
Começe mostrando o avião, os botões, fazendo amizade com as pessoas em volta, enfim, tire a curiosidade das crianças. Eles vão adorar aprender mais sobre o avião. Explique sobre o cinto de segurança e leve-os para trocar fraldas ou ir ao banheiro antes de levantar vôo (senão você corre o risco de "acidentes").
Na decolagem (e no pouso) ofereça balinhas para as crianças e mamadeiras (o peito) ou chupetas para os bebês. O ouvidinho deles é bem sensível e vai precisar de uma ajuda para destampar.
Se a criança ou o bebê não se sentir bem, converse antes da viagem com o pediatra se é possível oferecer algum floral, chá ou remedinho anti enjôo. Pode ajudar a melhorar o conforto na viagem e algumas crianças são mesmo mais sensíveis.
O vôo em si pode ser divertido: tem filme, tem comida, e tem a hora de dormir. Não esqueça de cumprir os horários das crianças. E ofereça líquidos, umedeça o nariz com o Rinossoro, e leve-os ao banheiro.
CHEGADA
Passar pela fila das alfândegas é sempre uma tortura. Para isso não tem solução. O difícil é que após o vôo (crianças paradas) eles terão energia de sobra e vão achar ainda mais irritante ficar parados na fila. Tenha paciência.
As malas também são demoradas, mas se pedir ajuda e transformar a espera em um jogo, as crianças poderão achar divertido procurar e adivinhar quando as malas delas chegam.
Após tudo isso, ainda terão um longo caminho até finalmente chegarem ao hotel. Então lembre-se que você pode fazer alguma parada no caminho ou gastar um pouco da energia delas para encarar a ida do aeroporto ao hotel sem problemas.
Boa viagem!
Em tempo: o post com o checklist de praia (sobre como preparar uma mala de praia) do MEMÓRIAS DE UMA VIAJANTE foi citado no Piccolo Universe by Rick Martin.
Num post antigo já havia dado algumas dicas de hotéis, como lidar com o tempo no avião, como era o dia a dia na viagem, como fazíamos com as refeições e alguns passeios em Fernando de Noronha. Neste outro, fiz um checklist de viagem, com tudo o que acho importante carregar (ou pelo menos pensar se preciso ou não carregar) quando viajo sozinha, em casal ou com os pequenos.
O mais importante de tudo é se planejar bem para todo o processo: da saída de casa até a chegada (literalmente) no último destino. Se para nós é uma questão complicada, para os pequenos é ainda mais chato e cansativo. Portanto tudo o que você, como pai, mãe, tio, tia, avós e acompanhantes de crianças puder fazer para tornar a experiência a mais agradável possível, melhor para os dois. Veja o grande exemplo que Guido, o personagem judeu preso num campo de concentração, fez para tornar a estada mais agradável para o filho Giosué, em "A Vida é Bela".
Antes da viagem, se puder, ligue na companhia aérea (ou na agência de viagens) e peça para reservarem assentos especiais (com bercinho), mais próximos aos corredores (para idas ao banheiro), perto dos banheiros e até refeições especiais.
Se planejar levar um tablet ou smartphone para distrair as crianças, carregue a bateria e renove jogos e filmes já baixados para entreter a criançada (ou você mesmo) a bordo do avião.
ANTES
Eu sugiro programar a viagem noturna, preferencialmente num horário que a criança costume dormir. Assim, quando estiver no avião (e a parte legal do começo da viagem tiver passado), com sorte a criança irá dormir. No meu caso, sempre deu certo.
Na bagagem de mão leve papinhas, comidinhas para distração (ex.: bolachas e iogurtes), mamadeira, chupeta, água, leite em pó, livrinhos, livros de pintar, giz de cera, brinquedos, roupinha extra, fralda e um eletrônico (tablet, smartphone, games, computador, DVD player). E um cobertor pequeno. É importante que alguns remédios estejam à mão (Rinossoro, Dramin, analgésicos, antitérmicos, termômetro). Algumas crianças não suportam muito bem a pressão e o ar condicionado.
Ao achegar no aeroporto, tente chegar com bastante antecedência e pegar uma fila especial (ficar 4 horas em pé numa fila de checkin com crianças vai tornar tudo mais difícil dentro do avião). A maioria das companhias aéreas oferecem esta gentileza e em alguns lugares isso é lei (como no Brasil). Tenha todos os documentos juntos sempre à mão (RG, certidões e passaportes originais), junto com a passagem. Por causa das crianças, não é possível fazer check-in online.
Se tiver muita fila, peça para alguém ficar com as crianças que só precisam se apresentar na hora de fazer efetivamente o check-in.
Enquanto esperam o embarque, visitem restaurantes, caminhe pelo aeroporto (para gastar a energia dos pequenos), compre um novo livrinho ou brinquedo em alguma loja (prepare-se para pagar caro), mostre a pista de pouso e decolagem etc. Leve algumas moedas porque muitos aeroportos têm brinquedinhos de moedas que distraem as crianças. Importante: faça atividades de movimento (guarde a bateria do iPad para o vôo). Ficar explicando como as coisas funcionam também ajuda a distrair os pequenos.
O VÔO
Como havia comentado, acho a parte do avião bem sossegada, mas precisa de alguns cuidados.
Começe mostrando o avião, os botões, fazendo amizade com as pessoas em volta, enfim, tire a curiosidade das crianças. Eles vão adorar aprender mais sobre o avião. Explique sobre o cinto de segurança e leve-os para trocar fraldas ou ir ao banheiro antes de levantar vôo (senão você corre o risco de "acidentes").
Na decolagem (e no pouso) ofereça balinhas para as crianças e mamadeiras (o peito) ou chupetas para os bebês. O ouvidinho deles é bem sensível e vai precisar de uma ajuda para destampar.
Se a criança ou o bebê não se sentir bem, converse antes da viagem com o pediatra se é possível oferecer algum floral, chá ou remedinho anti enjôo. Pode ajudar a melhorar o conforto na viagem e algumas crianças são mesmo mais sensíveis.
O vôo em si pode ser divertido: tem filme, tem comida, e tem a hora de dormir. Não esqueça de cumprir os horários das crianças. E ofereça líquidos, umedeça o nariz com o Rinossoro, e leve-os ao banheiro.
CHEGADA
Passar pela fila das alfândegas é sempre uma tortura. Para isso não tem solução. O difícil é que após o vôo (crianças paradas) eles terão energia de sobra e vão achar ainda mais irritante ficar parados na fila. Tenha paciência.
As malas também são demoradas, mas se pedir ajuda e transformar a espera em um jogo, as crianças poderão achar divertido procurar e adivinhar quando as malas delas chegam.
Após tudo isso, ainda terão um longo caminho até finalmente chegarem ao hotel. Então lembre-se que você pode fazer alguma parada no caminho ou gastar um pouco da energia delas para encarar a ida do aeroporto ao hotel sem problemas.
Boa viagem!
Em tempo: o post com o checklist de praia (sobre como preparar uma mala de praia) do MEMÓRIAS DE UMA VIAJANTE foi citado no Piccolo Universe by Rick Martin.
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